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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Lumenluz, A Cidade Encantada

A ilustração retrata uma deslumbrante cidade encantada, inspirada nos contos de fadas, repleta de cores vibrantes e detalhes mágicos. Ao centro, destaca-se um majestoso castelo de torres coloridas e bandeiras tremulando ao vento, iluminado pelos últimos raios do pôr do sol. Um grande portal de madeira recebe os visitantes com a placa "Bem-vindo à Lumenuz, a Cidade Encantada", convidando-os a explorar esse universo fantástico.  Ao redor do portal, diversos animais antropomórficos dão vida à cena. Um coelho, uma tartaruga e um gato aparecem entre outros personagens, caminhando alegremente pelas ruas de pedra, enquanto pequenos animais da floresta observam a movimentação. Lanternas douradas iluminam os caminhos, jardins floridos emolduram as construções e árvores exuberantes criam um ambiente acolhedor.  À esquerda, uma imponente cachoeira desce das montanhas, alimentando um rio cristalino que serpenteia pela paisagem. No céu, nuvens alaranjadas refletem a luz do entardecer, enquanto uma delicada lua crescente e trilhas cintilantes de estrelas reforçam a atmosfera mágica.  A composição transmite uma sensação de aventura, amizade e descoberta, evocando o espírito das histórias infantis clássicas. O estilo artístico lembra ilustrações de livros para crianças, com traços suaves, cores quentes e uma riqueza de detalhes que desperta a imaginação, convidando o leitor a embarcar em uma jornada pela fantástica Cidade Encantada de Lumenuz.

Por Nilza Monti Pires

Era uma vez, entre as colinas douradas, campos cheios de pequenas margaridas e montanhas majestosas, morava um coelhinho chamado Pepe.

Pepe era diferente dos outros coelhinhos da floresta. Era um sonhador. Todas as noites, antes de dormir, ele olhava o céu estrelado e imaginava como era viver em um lugar mágico, onde as flores dançavam, os rios falavam e o sol brilhava em cores multicoloridas, como um caleidoscópio.

A ilustração apresenta o adorável coelhinho Pepe, um pequeno aventureiro que transmite alegria, simpatia e curiosidade. Com sua pelagem branca e macia, grandes olhos brilhantes e um sorriso acolhedor, Pepe corre animado por uma trilha cercada por flores silvestres, dando a impressão de estar começando mais uma divertida aventura.  Vestindo um simpático macacão rosa com camiseta branca, o coelhinho acena alegremente enquanto percorre um vasto campo dourado, iluminado pela luz suave de um belo dia de primavera. Margaridas espalhadas pelo caminho acrescentam delicadeza à paisagem e reforçam a atmosfera de tranquilidade e encanto.  Ao fundo, colinas verdejantes conduzem o olhar até uma imponente cadeia de montanhas de picos nevados, sob um céu azul repleto de nuvens fofas. A combinação entre os campos floridos, as montanhas e a luz natural cria um cenário acolhedor e inspirador, perfeito para uma história infantil.  O estilo artístico, com cores vibrantes, formas suaves e traços delicados, transmite uma sensação de felicidade, inocência e imaginação. A ilustração convida o leitor a acompanhar Pepe em suas descobertas, mostrando que cada caminhada pode se transformar em uma grande aventura repleta de amizade, coragem e diversão.

Certa vez, Pepe lembrou-se de uma certa coruja que havia falado sobre uma cidade encantada, um lugar lindo e fascinante, mas onde só poderia entrar quem fosse verdadeiramente corajoso.

Curioso, Pepe resolveu procurar a coruja para perguntar sobre a cidade encantada e qual seria o caminho para chegar até lá. Procurou, procurou e procurou a coruja, mas não conseguiu encontrá-la. Ela tinha passado por lá e nunca mais foi vista. Então, Pepe tomou coragem e decidiu que era hora de partir assim mesmo, em direção ao desconhecido, às escuras, sem rumo, ao acaso.

Logo no início do caminho da aventura, encontrou uma criatura engraçada: uma tartaruga com casco de vidro chamada Teca. Ela era esperta e pensava muito rápido. Assim que viu Pepe, reparou que ele estava desorientado e confuso.

A ilustração apresenta a simpática tartaruga Pepe, uma pequena exploradora cheia de entusiasmo e espírito aventureiro. Seu grande diferencial é o casco de vidro verde-escuro, uma característica única que a torna especial. O casco reluz suavemente sob a luz do sol, refletindo os tons da floresta e dando à personagem um toque mágico, como se carregasse um precioso cristal da natureza em suas costas.  Com um sorriso contagiante e olhos grandes e expressivos, Pepe caminha por uma trilha de pedras segurando um mapa, pronta para descobrir novos caminhos e viver grandes aventuras. Ela veste um chapéu de palha que a protege durante suas viagens e leva uma mochila repleta de itens para suas explorações.  Ao seu redor, a floresta ganha vida com árvores frondosas, flores coloridas, pequenos lagos e raios de sol que atravessam as copas, criando um ambiente acolhedor e encantador. Uma placa indicando "Caminho da Aventura" reforça a ideia de que cada passo de Pepe a levará a novas descobertas.  O estilo artístico, com cores vibrantes, iluminação suave e traços delicados, transmite uma atmosfera de fantasia e alegria. A ilustração destaca a personalidade curiosa, corajosa e gentil da tartaruga Pepe, mostrando que sua maior força não está apenas em seu extraordinário casco de vidro verde-escuro, mas também em sua determinação para explorar o mundo, ajudar os amigos e encontrar beleza em cada jornada.

Teca, curiosa, quis sondar o que ele estava fazendo por aquelas bandas e perguntou gentilmente:

— Ei, amigo, está precisando de alguma ajuda?

— Sim — respondeu Pepe. — Estou querendo ir até a cidade encantada, mas não sei qual caminho devo seguir. Por acaso você sabe onde ela fica?

— Eu sei onde fica — respondeu Teca com um sorriso maroto.

— Que bom! — exclamou Pepe, entusiasmado. — Por favor, poderia me indicar que direção devo pegar?

— Claro! Mas fica muito distante, bem longe mesmo. Talvez eu possa ajudá-lo.

— Eu agradeço.

— Como não estou fazendo nada, posso ir com você, se quiser.

— Claro que quero!

E assim Teca se juntou à aventura, e lá foram os dois.

Depois de uma longa caminhada, encontraram um gato azul chamado Zazu.

A ilustração apresenta o carismático gato Zazu, um pequeno aventureiro de pelagem azul que encanta por sua alegria, curiosidade e espírito explorador. Com grandes olhos brilhantes e um sorriso contagiante, Zazu percorre uma trilha na floresta demonstrando entusiasmo por cada nova descoberta que encontra pelo caminho.  Vestindo uma jardineira azul e carregando uma mochila laranja, o gatinho está preparado para suas jornadas pela natureza. Ao seu redor, delicadas bolhas flutuam no ar, cada uma contendo pequenas folhas coloridas, criando um efeito mágico que transforma a floresta em um lugar cheio de encanto e imaginação. Esses detalhes sugerem que Zazu está em um mundo onde a magia faz parte do cotidiano.  A trilha é cercada por árvores altas, flores de diversas cores, samambaias e uma vegetação exuberante, enquanto a luz do sol atravessa as copas das árvores, iluminando suavemente o caminho. A combinação de tons verdes, azuis e lilases cria uma atmosfera acolhedora, tranquila e repleta de fantasia.  O estilo artístico, inspirado nas ilustrações clássicas de livros infantis, utiliza cores vibrantes, formas delicadas e expressões cheias de emoção. A imagem transmite valores como amizade, coragem, curiosidade e amor pela natureza, convidando o leitor a acompanhar o gato Zazu em aventuras inesquecíveis, onde cada passo revela uma nova surpresa e cada caminho pode levar a uma descoberta extraordinária.

Pepe e Teca caminhavam distraídos quando passaram perto dele.

— Ei, vocês dois! — chamou Zazu. — Sei para onde vocês estão indo.

Pepe ficou surpreso e perguntou:

— Para onde nós vamos?

— Vocês querem encontrar a cidade encantada.

— Como você sabe? — perguntou Pepe.

— Eu sou vidente. Adivinho tudo. Consigo ver o futuro.

Teca sussurrou no ouvido de Pepe:

— Vamos perguntar a ele onde fica a cidade encantada. Acabei esquecendo o caminho.

— Você sabia o caminho! — reclamou Pepe.

Teca demorou alguns instantes para responder. Então Zazu continuou:

— Vocês querem ir mesmo até a cidade encantada?

— Sim — respondeu Pepe. — Estamos perdidos e precisamos de ajuda.

— Que ajuda vocês querem?

— Gostaríamos de saber qual é o caminho para chegar até a cidade encantada. Por acaso, você sabe o caminho?

— Claro que sei — respondeu Zazu. — É uma longa caminhada, de centenas de quilômetros, repleta de obstáculos.

— Já ouvi essa conversa antes — pensou Pepe, olhando para Teca.

A ilustração retrata um emocionante encontro entre três grandes amigos: o coelhinho Pepe, a tartaruga Pepe e o gato Zazu, reunidos em uma floresta encantada para iniciar mais uma aventura. A cena transmite amizade, companheirismo e a alegria de explorar o desconhecido juntos.  À esquerda, o coelhinho Pepe aparece sorridente e curioso, vestindo seu macacão rosa enquanto observa atentamente seus companheiros. No centro está a tartaruga Pepe, facilmente reconhecida por seu casco de vidro verde-escuro, que brilha suavemente sob a luz que atravessa as árvores. Com seu chapéu de palha e mochila de exploradora, ela parece compartilhar um plano ou uma nova descoberta com os amigos. À direita, o gato Zazu, de pelagem azul, veste sua jardineira azul e carrega uma mochila laranja, demonstrando entusiasmo e disposição para seguir viagem.  O cenário é uma exuberante floresta repleta de árvores centenárias, flores coloridas, samambaias e um caminho sinuoso que desaparece entre a vegetação, despertando a curiosidade sobre os mistérios que aguardam adiante. Pequenas bolhas flutuam pelo ar, acrescentando um toque de magia e fantasia ao ambiente.  A iluminação suave, filtrada pelas copas das árvores, cria uma atmosfera acolhedora e encantadora, enquanto as cores vibrantes e os traços delicados reforçam o estilo típico das ilustrações de livros infantis. A imagem simboliza valores como amizade, cooperação, respeito às diferenças e coragem para enfrentar novos desafios, mostrando que, quando Pepe, a tartaruga de casco de vidro verde-escuro, o coelhinho Pepe e o gato Zazu caminham juntos, qualquer aventura se torna ainda mais divertida e inesquecível.

— Se realmente querem chegar à cidade encantada — continuou Zazu —, terão de atravessar trilhas perigosas, escorregadias e de difícil acesso. Em alguns momentos, vocês até pensarão em desistir.

— Se é tão perigoso assim — disse Teca —, talvez seja melhor desistirmos enquanto há tempo.

— Eu já estou decidido, mesmo com todos estes perigos — respondeu Pepe. 

— Está certo! Você é mesmo inflexível quando se trata dos seus objetivos — comentou Teca.

Zazu interrompeu a conversa:

— Talvez vocês precisem de amigo para chegar à cidade encantada. Hoje estou de folga, então posso ir com vocês.

— Então venha conosco! — disse Pepe, bem animado. — Se formos juntos, será mais fácil.

Zazu agradeceu e logo avisou:

— A cidade encantada é bem longe. Precisamos dar passos largos.

— Eu sou lenta — disse Teca —, mas sou persistente e nunca me canso.

— Ótimo! — respondeu Zazu. — Porque consigo prever três obstáculos muito complicados.

— Eu topo — declarou Pepe com firmeza. — Não existe obstáculo que me impeça de realizar meu sonho.

— Você tem muita determinação — disse Teca. — É por isso que eu o admiro.

— O primeiro obstáculo — explicou Zazu — é a Caverna dos Morcegos. Ela é muito escura e possui uma temperatura subterrânea extremamente baixa, que pode atingir quinze graus abaixo de zero ou mais.

E lá foram os três, rumo à cidade encantada.

Os Personagens (Da esquerda para a direita) O Coelhinho Pepe: É um coelho branco de pelagem macia, visto de costas. Ele tem orelhas longas e eretas e um rabinho de pompom branco. Ele veste uma jardineira rosa-escura com bolsos traseiros e caminha dando um passo firme para a frente.  A Tartaruga Pepe: Está posicionada no centro e é a única que está levemente virada de perfil, mostrando um sorriso simpático no rosto verde. Ela usa um chapéu de palha com uma faixa marrom e carrega um mapa aberto nas patinhas dianteiras, indicando que está guiando o caminho. O seu casco é azul-esverdeado e decorado com desenhos coloridos que lembram um fundo do mar (com corais vermelhos).  O Gato Zazu: É um gatinho azul com listras mais escuras na cabeça e na cauda longa e listrada. Ele usa uma camiseta branca por baixo de uma jardineira jeans azul. Nas costas, carrega uma mochila de viagem marrom/alaranjada com fivelas. Em uma de suas patinhas, ele segura um pirulito ou bastão rosa com formato esférico.  O Cenário e o Ambiente O Caminho: Os três amigos andam sobre uma estrada pavimentada com pedras arredondadas e claras, que se estende do primeiro plano e serpenteia em direção ao horizonte.  A Vegetação: O caminho é ladeado por gramados verdes densamente povoados por pequenas flores coloridas (rosas, roxas, brancas e amarelas). No canto inferior esquerdo, destacam-se dois cogumelos grandes de estilo desenho animado: um vermelho com bolas brancas e outro roxo.  O Plano de Fundo: A trilha leva em direção a montanhas suaves no horizonte sob um céu azul claro e limpo, transmitindo uma sensação de um dia ensolarado e perfeito para uma aventura.

O caminho até a Caverna dos Morcegos foi tranquilo, até agradável. Lindas paisagens, algumas brincadeiras entre os amigos e nenhum perigo pelo caminho. Mas, quando chegaram na frente da caverna, levaram o maior susto. Até Pepe ficou assustado.

A entrada da Caverna dos Morcegos era impressionante. Parecia um enorme buraco aberto na base de uma gigantesca montanha. Tudo era muito escuro, com um aspecto sombrio e misterioso. O silêncio era absoluto.

— Eu vou na frente — disse Zazu — porque enxergo bem no escuro e, além disso, sou vidente.

— Está certo — respondeu Pepe. — Mas vamos ficar sempre juntos.

Assim que entraram na Caverna dos Morcegos, uma escuridão total! Não havia sequer uma fagulha de luz. Morcegos voavam por todos os lados.

Logo em seguida, Teca começou a reclamar:

— Não estou enxergando nada! Parece que estou andando no vazio. Os morcegos ficam batendo em mim!

De repente, ouviram um grito.

— Aiiiiii! — gritou Zazu. — Caí em um buraco!

O Cenário: A Caverna do Morcego A ilustração se passa no interior de uma caverna escura, úmida e misteriosa, repleta de estalactites no teto e estalagmites no chão. Ao fundo, uma luz azulada ilumina o corredor da caverna, revelando uma grande revoada de morcegos voando em direção aos personagens, enquanto dezenas de outros morcegos observam pendurados no teto. No chão, uma lanterna acesa ilumina o lado direito da cena com uma luz quente e amarelada.  Os Personagens e Suas Reações O Coelhinho Pepe (à esquerda): Pepe é um coelho branco vestindo um macacão rosa. Ele está visivelmente assustado e trêmulo, encolhido contra a parede de pedra da caverna. Seus olhos estão arregalados de medo enquanto ele olha para os morcegos voando.  A Tartaruga Teca (ao centro): Teca é uma tartaruguinha verde que usa um chapéu de palha. Ela está no meio do caminho, com uma expressão de surpresa e preocupação (boca aberta e sobrancelhas erguidas), olhando assustada para a grande quantidade de morcegos que vem do fundo da caverna.  O Gato Zazu (à direita): Zazu é um gatinho azul listrado, vestindo uma calça jeans e carregando uma mochila nas costas. Ele está deitado no chão de uma pequena reentrância da rocha, bem próximo à lanterna. Zazu está com os olhos fechados e com as patinhas dianteiras cobrindo as orelhas, numa tentativa clara de se proteger ou de bloquear o barulho dos morcegos.

— Caiu em um buraco? — perguntou Pepe, preocupado. — E agora? Como vai sair daí? O buraco é fundo?

— É muito fundo — respondeu Zazu. — Mas fiquem tranquilos. Sou um gato muito ágil. Meu pulo é um só!

Realmente, Zazu foi exímio, sua esperteza e agilidade foram surpreendentes. Com um salto impressionante, conseguiu sair do buraco.

Pepe e Teca ficaram surpresos e aliviados. Os três comemoraram. E assim continuaram andando dentro da Caverna dos Morcegos, que parecia não ter fim. A temperatura começou a cair cada vez mais, até atingir quinze graus abaixo de zero.

— Estou com muito frio! — disse Teca. — Meu casco de vidro está começando a congelar. Tenho medo de que ele se quebre.

Os Personagens e suas Reações: O Coelhinho Branco: Posicionado à esquerda, veste um macacão vermelho. Ele está visivelmente apavorado, com os dentes cerrados, bochechas coradas de nervoso e segurando o braço do amigo tartaruga em busca de proteção.  A Tartaruga (no centro): Usando um chapéu de palha e uma mochila, a tartaruguinha está no meio do grupo, com uma expressão de surpresa e receio, olhando para o lado com os olhos arregalados e a boca aberta.  O Gatinho Azul: À direita, vestindo um macacão jeans azul e uma mochila alaranjada, o gatinho está tremendo de medo (com linhas de vibração ao seu redor), expressando o pavor com os olhos semicerrados e dentes à mostra enquanto se apoia na tartaruga.  O Cenário da Caverna Ambiente Gélido e Sombrio: A caverna é retratada com tons frios de azul e ciano. O teto está repleto de grandes estalactites pontiagudas que parecem gelo, dando uma atmosfera fria e misteriosa ao local. No chão, há formações rochosas e pequenos cristais.  A Revoada de Morcegos: No canto superior direito, uma grande quantidade de morcegos escuros voa em direção ao fundo da caverna, justificando o medo evidente no rosto dos três pequenos aventureiros.

— Xiiiii!!!!! Com certeza, com esse frio intenso, isso realmente pode acontecer — respondeu Zazu. — E ainda estamos apenas na metade do caminho.

Pepe observou o casco da amiga.

— Também estou preocupado. Ele está coberto de gelo.

— Sim — respondeu Teca. — Mas vou aguentar firme. Não vou desistir. Vivo mais de cem anos e sou uma tartaruga forte e corajosa.

Naquele momento, algo surpreendente aconteceu.

A caverna ficou toda iluminada e o gelo começou a derreter. Aos poucos, o ambiente ficou aquecido e agradável.

Os três ficaram impressionados com a súbita mudança.

— Incrível! — exclamou Pepe.

— Como vidente, percebi o que aconteceu — disse Zazu. — As palavras corajosas de Teca agradaram a Caverna dos Morcegos.

— Maravilha! — respondeu Teca. — Aquele gelo em meu casco estava me incomodando.

Felizes, os três deixaram a caverna para trás e seguiram viagem.

A ilustração captura um momento de transição e alívio, mostrando o interior de uma caverna de pedra e terra com paredes cobertas de musgo verdejante, samambaias e pequenas flores coloridas no chão rochoso.  À direita, em primeiro plano, uma lanterna antiga está acesa sobre uma rocha, iluminando o caminho que os personagens deixam para trás.  Os Personagens No centro da composição, posicionados logo na abertura da caverna, estão os três amigos comemorando e se abraçando:  À esquerda: Um coelhinho rosa (ou coelha) vestindo uma jardineira vermelha/rosa escura.  No centro: Uma tartaruga verde usando um chapéu de palha amarelo.  À direita: Um gatinho azul usando uma mochila alaranjada nas costas.  Eles parecem felizes e unidos, celebrando o fato de terem cruzado ou estarem saindo da caverna em segurança.  O Cenário Exterior A abertura da caverna funciona como uma moldura natural para uma paisagem externa deslumbrante e ensolarada:  O sol está nascendo ou se pondo ao fundo entre montanhas verdejantes, banhando o vale com uma luz dourada e calorosa.  Um rio ou caminho sinuoso serpenteia pelo vale ao longe.  No céu claro, acima do vale, é possível ver as silhuetas de alguns morcegos voando, fazendo jus ao nome do local ("Caverna dos Morcegos") enquanto se afastam em direção à luz.

Logo entraram em uma floresta de mata fechada, repleta de insetos estranhos e sons misteriosos.

Depois de algum tempo, Zazu falou:

— Estamos nos aproximando do segundo obstáculo: o Rio das Emoções.

Pouco depois, chegaram à margem do rio e levaram outro susto.

O Rio das Emoções era enorme e muito agitado. Suas águas giravam em redemoinhos poderosos.

Esta vibrante ilustração em estilo de desenho animado mostra três amigos animais em pé à beira de um rio caudaloso durante o pôr do sol. Os amigos são o coelhinho Pepe, a tartaruga Teca e o gato Zazu. O rio corre no meio da cena, com ondas de água branca quebrando e borrifando no ar. Ao longe, o sol se põe atrás de uma fileira de montanhas, lançando um brilho dourado e laranja no céu. Pássaros voam sobre a água e as montanhas. O primeiro plano é uma encosta gramada e exuberante com muitas flores roxas e brancas, samambaias e pequenas rochas. O coelhinho Pepe está à esquerda, com uma expressão animada e o gato Zazu está à direita, com uma expressão feliz e de admiração. A tartaruga Teca está no meio dos dois, com um chapéu de palha fofo e um sorriso amigável.

— Por que ele se chama Rio das Emoções? — perguntou Pepe.

— Porque é um rio muito sensível — explicou Zazu. — Qualquer sentimento negativo o deixa furioso. Quando isso acontece, suas águas ficam violentas e arrastam tudo para o fundo. Mas precisamos atravessá-lo para chegar à cidade encantada.

— Ainda bem que adoro água — disse Teca. — Nado muito bem, sou adaptada para nadar em rios agitados. Sobrevivo tanto na terra como na água. Mas este rio me deixa cismada. Ele parece realmente perigoso.

— Só de pensar em atravessá-lo eu fico apavorado — confessou Zazu. — Quando entro na água, começo a miar bem alto. Meus pelos ficam todos arrepiados. E neste rio turbulento, tenho medo de ser levado pela correnteza.

Pepe observou atentamente o rio e então falou:

Os três amigos estão à margem do Rio das Emoções. As águas do rio estão revoltas. O coelhinho Pepe está à esquerda, com uma expressão assustada e o gato Zazu está à direita, com uma expressão espanto e medo e de admiração. A tartaruga Teca está com cara de preocupada.

— Ei amigos, olhem com atenção. Vejam como é lindo este Rio das Emoções, a água desliza suavemente. Reparem no reflexo do céu azul e das nuvens brancas sobre suas águas cristalinas. Escutem também o som maravilhoso que murmuram as águas.

De repente, o Rio das Emoções ficou calmo, suas águas deslizavam tranquilamente e tudo ficou bem rasinho como um espelho.

Teca e Zazu ficaram admirados.

— Eu não falei — disse Zazu — que o Rio das Emoções era sensível. Comoveu-se com as palavras sonhadoras de Pepe.

— Que alívio! — exclamou Teca.

— Ufa! Um grande alívio mesmo — concordou Zazu. — Desta vez, fiquei com medo de atravessar o rio e ser levado por água abaixo

Os três atravessaram as águas calmas sem qualquer dificuldade e continuaram a caminhada rumo à cidade encantada.

Sob o mesmo cenário, os três amigos atravessam o Rio das Emoções. As águas ficaram calmas e muito. O coelhinho Pepe está à esquerda, com uma expressão de alegria e o gato Zazu está à direita, com uma expressão de felicidade. A tartaruga Teca está com cara de animada.

Depois de algum tempo, Zazu voltou a falar:

— Conseguimos superar o segundo obstáculo. Mas ainda falta enfrentar o terceiro e último desafio antes de chegarmos à cidade encantada. Pelos meus cálculos, estamos chegando ao terceiro obstáculo: os Campos dos Ventos Contrários.

— O que são os Campos dos Ventos Contrários? — perguntou Teca.

— É andar em sentido contrário dos ventos, que são fortíssimos e sopram na direção oposta à nossa. Já consigo sentir sua aproximação — respondeu Zazu.

Zazu estava certo, ao se aproximarem já sentiram a força dos ventos. Era um verdadeiro vendaval, tudo voava pelos ares: folhas, galhos e poeira.

A imagem mostra três personagens animais, o coelhinho Pepe, a tartaruga Teca e o gato Zazu, correndo por uma paisagem acidentada em um dia nublado.  Coelhinho Pepe: O pequeno coelhinho de pelagem branca veste um macacão vermelho e tem uma expressão determinada em seu rosto. Suas orelhas caem levemente enquanto ele corre sobre a grama.  Tartaruga Teca: Teca, vestida com seu habitual chapéu de palha, parece estar em desvantagem devido à sua velocidade mais lenta e ao seu casco pesado. Ela tem uma expressão preocupada e parece estar lutando para acompanhar os outros.  Gato Zazu: Zazu, o gato azul com um rosto rechonchudo, veste um macacão azul com uma estampa branca e carrega uma mochila nas costas. Ele parece estar focado na corrida, com uma expressão feroz em seu rosto.  A paisagem é composta por colinas, pinheiros e flores silvestres em uma grande área gramada. O céu está coberto de nuvens cinzentas e o vento sopra suavemente, criando um ambiente ligeiramente tempestuoso. O caminho de terra está ligeiramente molhado pela chuva recente.

Assim que entraram no Campo dos Ventos Contrários, Teca já começou a reclamar:

— Mal posso andar! Dou dois passos para frente e acabo voltando dois para trás! Realmente, este vento vem em direção contrária. Assim não dá para seguir em frente!

Teca, vestida com seu habitual chapéu de palha, parece estar em desvantagem devido à sua velocidade mais lenta e ao seu casco pesado. Ela tem uma expressão preocupada e parece estar lutando para acompanhar os outros.

— É verdade — concordou Pepe. — Parece que ele quer nos empurrar de volta toda vez que avançamos um pouco.

— Precisamos continuar, mesmo que seja desgastante — disse Zazu. — Pois sou vidente e sei que temos que continuar firmes.

— Esse vento nunca para! — reclamou Pepe. — Andamos, andamos e mal saímos do lugar.

O pequeno coelhinho de pelagem branca veste um macacão vermelho e tem uma expressão determinada em seu rosto. Suas orelhas caem levemente enquanto ele corre sobre a grama.

Zazu então respondeu:

— Vamos continuar. Passinho por passinho, de patinha em patinha. Com perseverança, sem desanimar e sempre constante. Tenho certeza de que chegaremos lá.

Zazu, o gato azul com um rosto rechonchudo, veste um macacão azul com uma estampa branca e carrega uma mochila nas costas. Ele parece estar focado na corrida, com uma expressão feroz em seu rosto.

E assim Zazu tinha razão.

Com muito esforço, avançando lentamente, conseguiram atravessar os Campos dos Ventos Contrários.

— Vencemos! — comemorou Zazu. — Agora é só alegria, estamos a caminho da cidade encantada, e logo chegaremos nela.

Ao entardecer, finalmente avistaram a cidade.

Os olhos de Pepe brilharam.

A entrada era formada por um magnífico monumento dourado, cercado por jardins coloridos e fontes cristalinas.

A imagem original é mantida como a base. O coelhinho Pepe veste seu macacão vermelho, a tartaruga Teca usa seu chapéu de palha e o gato Zazu carrega sua mochila. O céu crepuscular tem nuvens cor-de-rosa e estrelas cadentes, e a cachoeira brilha ao longe. Os ratinhos, o texugo com o mapa, o Ouriço e o Toupeira com a lanterna continuam em seus lugares, olhando para o castelo. As fadinhas também permanecem. O caminho de pedra em primeiro plano agora apresenta pequenas placas de identificação com setas: uma aponta para o grupo do texugo, com a inscrição "COMITÊ DE VISITA"; outra para o Toupeira e sua lanterna, com a inscrição "GUIA DO VAGALUME"; e uma terceira para Pepe, Teca e Zazu, com a inscrição "AVENTUREIROS DO CAMINHO". A placa maior na bifurcação principal, no topo da colina, continua com a inscrição original "LUMINARIA". O estilo de ilustração colorida e detalhada permanece inalterado.

Quando se aproximaram, Pepe ficou extasiado e ficou ainda mais encantado quando viu escrito:

BEM-VINDO À LUMENLUZ, A CIDADE ENCANTADA!

Quando foram se aproximando da entrada, os três ficaram confusos. Uma cobra cascavel estava sendo expulsa pelos guardiões da cidade.

Então a cobra foi embora chacoalhando sua calda. 

Os três ficaram intrigados, e não entenderam por que a cobra foi expulsa.

Bem no centro, posicionada à frente de um portal aberto, há uma grande serpente com traços de desenho animado. O seu corpo é malhado em tons de marrom e bege. O Portal e as Placas de Sinalização O Portal: A serpente está saindo ou guardando um portal de pedra arqueado com portas de madeira que estão totalmente abertas.  Placa Esquerda ("LUMENLUZ"): À esquerda do portal, há uma placa de madeira em formato de seta apontando para a esquerda, com a palavra "LUMENLUZ" escrita em letras maiúsculas. Uma pequena fada ruiva pode ser vista voando perto dela.  Placa Direita ("SAÍDA"): À direita, há outra placa de madeira apontando para a direita, onde se lê "SAÍDA". Outra pequena fada voa perto de uma lamparina acesa ao fundo.  Cenário de Fundo Vila de Fantasia: O ambiente ao fundo evoca um cenário de conto de fadas ou RPG, com pequenas casas de telhado azul e tijolos aparentes, caminhos de terra, gramados verdes, colinas suaves e uma pequena ponte de madeira ao longe sobre um riacho. A iluminação é calorosa e suave, sugerindo o entardecer ou o amanhecer.

Pepe ia perguntar para a cobra o que aconteceu, mas, para seu espanto, na porta da cidade encontrava-se a coruja que ele tanto procurou. Ficou perplexo e surpreso.

— Eu sou a coruja Mel, a guardiã de Lumenluz — disse ela. — Para entrar na cidade, vocês precisarão responder a uma pergunta. Se a resposta não estiver de acordo com os valores de Lumenluz, não poderão entrar.

Pepe, Teca e Zazu se entreolharam preocupados.

Agora entendiam por que a cascavel havia sido impedida de entrar, pois sua resposta não foi de acordo com os critérios da cidade encantada.

A ilustração se passa à noite, em um arco imponente e iluminado que serve como o "Portal da Cidade de Lumenluz" (um nome que brinca com "luz" e "lúmen"). O portal é feito de pedras antigas e coberto por trepadeiras que brilham com pequenos pontos de luz dourada, como vagalumes mágicos.  Pepe (o coelhinho) está na frente, pulando animadamente com as orelhas eretas. Ele carrega uma pequena lanterna que balança no ar, iluminando o caminho de terra batida.  Teca (a tartaruga) está logo atrás, devagar e sempre, com seu casco adornado por pequenos cristais que refletem a luz do portal. Ela parece observar o chão com atenção, guiando o grupo com sua calma habitual.  Zazu (o gato) está empoleirado em uma das colunas laterais do portal, com a cauda balançando e os olhos grandes e brilhantes, fitando a entrada da cidade como se vigiasse a passagem dos amigos.  Mel (a coruja) sobrevoa o topo do arco, com as asas abertas e penas em tons de marrom e creme. Ela carrega um pequeno pergaminho ou uma bússola no bico, como se fosse a navegadora do grupo, apontando para o horizonte luminoso além do portal.  Ao fundo, vê-se o contorno da cidade, com torres e domos que parecem feitos de vidro ou luz, e o céu estrelado se mistura ao brilho artificial vindo das ruas. A atmosfera geral é de aventura, mistério e magia.

Então a coruja Mel perguntou:

— O que vieram fazer em Lumenluz?

Pepe olhou para seus amigos e respondeu:

— Meu sonho era conhecer uma cidade mágica, onde os rios falam, as flores dançam e todos vivem em harmonia. Mas, durante esta jornada, descobri algo ainda mais importante. Aprendi o valor da amizade verdadeira. Teca e Zazu caminharam ao meu lado, enfrentaram perigos comigo e me ajudaram a realizar meu sonho. Hoje percebo que a maior magia não está apenas nesta cidade, mas nos amigos leais que encontramos pelo caminho.

Teca e Zazu ficaram emocionados.

A coruja Mel sorriu.

Então abriu as asas, a névoa desapareceu e a grande porta de Lumenluz se abriu lentamente.

— Suas palavras foram sinceras e são as chaves para abrir qualquer porta — disse Mel. — Vocês podem entrar.

Os três amigos ficaram radiantes de felicidade.

Antes que entrassem, Mel acrescentou:

— Se precisarem de qualquer ajuda, procurem Lilly, nossa borboleta-guardiã. Durante o dia essa borboleta branca vigia os portões da cidade.

Personagens em Primeiro Plano: No canto inferior esquerdo, três animais antropomórficos amigáveis caminham por uma trilha de pedra: um coelho rosa vestindo macacão, uma tartaruga verde com um chapéu de explorador e um gato azul de calça jeans usando uma mochila. À direita, uma pequena fada com asas rosa voa perto de um portal de pedra com uma porta de madeira aberta.  O Castelo e a Vila: No fundo, ergue-se um grande e majestoso castelo medieval com várias torres pontiagudas e cúpulas coloridas. Ao redor dele, há uma pequena vila com casas charmosas e telhados detalhados, conectadas por pontes e caminhos.  Paisagem Natural: O cenário é cercado por colinas verdes cobertas de flores coloridas e árvores. À esquerda, uma bela cachoeira deságua em um rio sinuoso que corta a paisagem e passa ao lado do castelo. No canto inferior direito, há alguns cogumelos silvestres.  O Céu e Elementos Mágicos: O céu exibe um pôr do sol espetacular com tons de degradê que vão do amarelo e laranja ao rosa e roxo. Uma lua crescente brilha suavemente ao lado de nuvens volumosas. O elemento central mais marcante no céu é uma borboleta gigante e brilhante feita de pura luz branca, que parece flutuar magicamente sobre a vila, deixando um rastro de estrelas cadentes e centelhas luminosas.

— Agradecemos! — respondeu Pepe.

Assim que atravessaram os portões, ficaram completamente encantados.

Tudo era maravilhoso.

As flores eram inteligentes e realmente dançavam. Os rios conversavam alegremente com quem passava. As montanhas cantavam melodias suaves.

A cada passo, o chão mudava de cor: ora amarelo, ora azul, ora verde, formando combinações brilhantes e surpreendentes.

No primeiro plano da imagem, à esquerda, Pepe extremamente expressivo.  Ele está olhando para cima com os olhos bem abertos, cheios de brilho e admiração, refletindo a paisagem mágica à sua frente.  Sua boca está levemente aberta em um sinal de surpresa ou encantamento, e suas bochechas estão coradas de vermelho.  Suas patas dianteiras estão unidas e recolhidas sob o queixo, como se ele estivesse fazendo um desejo ou estivesse completamente fascinado. Ele veste uma roupa que lembra um macacão marrom com alças.  O Cenário ao Fundo: O plano de fundo apresenta um reino de fantasia vibrante e detalhado durante o entardecer.  O Castelo: No topo de uma colina, destaca-se um grande castelo com múltiplas torres cônicas revestidas em tons de azul e dourado, além de cúpulas e pontes que conectam as estruturas.  A Paisagem Natural: Um rio azul sereno serpenteia pelo vale verdejante em direção ao castelo. Ao redor, há colinas suaves, árvores frondosas (uma delas com frutos brilhantes à esquerda), flores coloridas no gramado e alguns cogumelos pontilhando o chão.  Elementos Mágicos: Pequenas fadas com asas brilhantes podem ser vistas voando perto das torres e sobre os campos.  O Céu e a Iluminação: O céu é um dos elementos mais dinâmicos da ilustração:  Exibe um gradiente caloroso de tons que vão do rosa e laranja perto do horizonte até um azul-púrpura no topo.  Uma lua crescente brilha suavemente cercada por estrelas cintilantes e várias estrelas cadentes que deixam rastros luminosos e mágicos pelo céu.  A atmosfera geral da imagem é de pura magia, inocência e encantamento, típica de uma ilustração de livro de contos de fadas infantil.

Todos os animais viviam em paz.

Até mesmo um jacaré dormia tranquilamente ao lado de um ratinho felpudo, que roncava alto.

Pepe estava fascinado.

Seu sonho era mesmo real. Inexplicável.

O céu estava todo estrelado e o tempo parecia passar sem que percebessem.

Até que em certo momento, Zazu teve uma sensação estranha.

O Personagem: O gato Zazu tem uma expressão pensativa, com a mão no queixo e as sobrancelhas levemente franzidas. Veste uma camisa branca, shorts azuis e carrega uma mochila laranja nas costas. Ao redor do pescoço, usa um colar com um pingente em formato de estrela ou insígnia.  A Atmosfera: Uma leve fumaça ou energia mágica contendo símbolos brilhantes flutua ao redor do gato, sugerindo que ele está no meio de um momento de conjuração ou reflexão mística.  O Cenário: O gato está em um caminho pavimentado com pedras irregulares. O fundo apresenta um arco de entrada ornamentado, com detalhes esculpidos na pedra, que lembra a arquitetura de um mundo mágico ou medieval.  Estilo Visual: A arte possui um estilo vibrante e detalhado, típico de ilustrações digitais modernas, com iluminação suave que destaca o personagem contra o portal.

Como era vidente, sentiu que seus familiares estavam aflitos procurando por eles.

Preocupado, foi avisar Teca.

— Acho que precisamos voltar — disse ele.

Teca concordou.

Pepe estava deslumbrado, muito concentrado em tudo. Quando Zazu o viu tão satisfeito, ficou com pena de chamá-lo. Mas mesmo assim foi avisá-lo.

— Temos que ir embora — disse Zazu — estão a nossa procura. Já está muito tarde, caminho de volta é cheio de acidentes e é muito longe.

Pepe estava muito feliz, mas concordou com certa tristeza.

Ainda queria explorar aquele lugar maravilhoso, mas compreendeu que era hora de partir.

Lilly, a borboleta branca, conduziu os três até a saída, onde a coruja Mel se encontrava.

Agradeceram a borboleta, que logo foi embora.

— Infelizmente precisamos ir embora — disse Pepe. — Espero voltar novamente, porque tudo que idealizei era real, ainda mais incrível do que eu imaginava.

Esta é uma ilustração de capa colorida e vibrante de um livro de história infantil, em um estilo de animação tradicional.  Na metade esquerda, há um grande portão de pedra de uma cidade fortificada. Sobre o portão, há uma placa dourada e roxa ornamentada que diz: "BEM-VINDO À LUMENLUZ, A CIDADE ENCANTADA!" Abaixo da placa, duas grandes portas de madeira estão abertas, revelando uma rua de paralelepípedos e casas de contos de fadas no interior.  Em frente ao portão, em pé sobre o caminho de paralelepípedos, estão quatro personagens animais antropomórficos:  Na extrema esquerda, Pepe, o coelho branco e rosa com macacão vermelho, acena com a mão esquerda.  Próximo a ele, Teca, a tartaruga verde com um chapéu de palha e uma mochila nas costas.  Entre a tartaruga e o gato, um pequeno camundongo cinza com macacão vermelho.  Na direita dos quatro, Zazu, o gato azul claro com uma mochila azul acena com a pata direita.  Eles parecem estar entrando ou se aproximando da cidade.  Na metade direita da imagem, um grande e sábio coruja marrom está empoleirado no topo de um plinto ou coluna de pedra esculpida, olhando para baixo e ligeiramente para a esquerda, em direção aos outros animais. A coruja tem grandes olhos curiosos e parece ser um guia ou sentinela.  Ao fundo, além do portão e atrás da coruja, estende-se uma cidade mágica com vários castelos e torres com telhados de diferentes cores e bandeiras hasteadas. Há árvores e arbustos verdes, e o céu está em tons de rosa, laranja e roxo ao pôr do sol ou nascer do sol.  Muitas pequenas fadas aladas estão voando pelo céu e ao redor das torres. Algumas fadas estão no canto superior direito, perto de uma borboleta grande e luminosa. Outras estão espalhadas pelo céu, deixando rastros de pó de fada brilhante. Uma fada maior está voando acima do portão no centro superior.  A luz na cena é suave e quente, com pequenas lanternas iluminando o portão e as casas. A atmosfera geral é mágica, convidativa e cheia de admiração.

Mel sorriu.

— Vocês poderão voltar sempre que quiserem. Lumenluz é a terra dos amigos leais e dos corações sinceros.

Então ela acrescentou:

— Como presente, vocês vão voar com o pássaro Curió. Ele vai chegar bem rápido e assim não precisarão enfrentar novamente os três obstáculos.

— Mas somos muito pesados para um pássaro tão pequeno — observou Pepe.

— Fiquem tranquilos — respondeu Mel. — Vocês vão em uma esteira flutuante bem ao lado dele durante toda a viagem.

— Obrigado! — disseram os três ao mesmo tempo. — Gostaríamos de voltar mais vezes.

A Mel também agradeceu os três amigos pela visita e acrescentou:

— Voltem quantas vezes quiserem!

E assim foram os três com o pássaro Curió, ouvindo seu belo canto sob o céu estrelado.

O Trio Viajante: No centro, sobre um tapete mágico dourado e radiante, vemos três amigos inusitados: Pepe entusiasmado vestindo macacão vermelho, Teca, a tartaruga simpática usando um chapéu de palha, e Zazu, o gatinho azul alegre com um pequeno pingente no pescoço.  A Ação: O coelho aponta animadamente para o horizonte, guiando o caminho, enquanto um pequeno pássaro marrom voa ao lado do tapete, parecendo participar da jornada.  O Cenário Celestial: O céu é um espetáculo à parte, com tons de azul profundo e roxo, pontilhado por estrelas e habitado por pequenas fadas delicadas que deixam rastros de luz mágica por onde passam.  A Paisagem: Abaixo, a perspectiva aérea revela um charmoso vilarejo medieval, atravessado por rios sinuosos e pontes de pedra, com um imponente castelo que domina a paisagem, completando a atmosfera fantástica.

Pepe, Teca e Zazu tornaram-se amigos para sempre.

E, desde aquele dia, voltaram muitas vezes para rever seus amigos na cidade encantada.

E viveram muitas outras aventuras.

E assim termina a história da cidade encantada de Lumenluz, onde a maior magia de todas é a amizade verdadeira.

A imagem retrata um reino de fantasia mágico e vibrante sob um céu noturno ricamente estrelado. O estilo visual lembra uma ilustração digital detalhada de um livro de contos de fadas, com cores saturadas dominadas por tons de roxo, azul-escuro, dourado e verde.  Detalhes do Cenário 1. O Céu Noturno Elementos Celestiais: O céu está repleto de estrelas brilhantes, constelações delineadas por linhas finas de luz, uma lua crescente proeminente e várias estrelas cadentes (meteoros) deixando rastros luminosos.  Efeitos Mágicos: Próximo à torre mais alta do castelo principal, há rastros espiralados de faíscas douradas e purpurina mágica cruzando o ar. Nuvens escuras e estilizadas emolduram a parte superior da imagem.  2. Elementos Arquitetônicos (Castelos e Vilas) O Castelo Principal (Direita): No lado direito, ergue-se um grande e imponente castelo com múltiplas torres cônicas em tons de azul, laranja e dourado. Janelas e portas brilham com uma luz amarela calorosa. Uma escadaria principal desce em direção à vila.  A Vila Central: No meio do vale, há um vilarejo com pequenas casas de estilo medieval, telhados rústicos e janelas iluminadas. Pontes de pedra conectam diferentes partes da vila sobre um rio sinuoso.  O Castelo Distante (Esquerda): Ao fundo, no topo de uma colina à esquerda, avista-se um segundo castelo cinzento, de aparência mais clássica e misteriosa, sob a luz do luar.  Fortificação em Primeiro Plano (Direita): Uma entrada fortificada menor, com torres baixas e uma escada de pedra, guarda a parte inferior direita do cenário.  3. Natureza e Elementos Fantásticos Corpos d'Água: Um rio azul-celeste sinuoso serpenteia por todo o vale, passando por baixo de pontes. À esquerda, uma cachoeira flui das montanhas distantes, alimentando o rio.  Vegetação: O primeiro plano é composto por colinas gramadas cobertas de pequenas flores coloridas (brancas, amarelas, rosa e azuis). À esquerda, há uma árvore frondosa pontilhada de frutos ou luzes brilhantes. No canto inferior direito, destacam-se cogumelos vermelhos com pintas brancas.  Criaturas Mágicas: Pequenas fadas aladas e brilhantes (em tons de rosa e roxo) aparecem flutuando em pontos estratégicos do cenário, reforçando o ambiente místico da ilustração.

(*) Revisão: Paula Vanessa, Nilza e Jean

(**) Ilustrações geradas por I.A.

terça-feira, 1 de março de 2022

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Por Nilza Monti Pires

Na beira de um riacho, cercado por miúdas flores brancas, rosadas e azuladas, um lugar agradável por suas flores delicadas e verdes folhagens.

Ali morava uma família de cigarras, elas viviam sempre contentes e felizes, ainda mais agora com a cigarrinha que acabara de nascer.

A mãe da nova cigarrinha tinha um costume, uma mania muito interessante: nas noites quando aparecia a lua com seu brilho prateado, ela levava o seu bebê para ensinar uma bela canção sobre a claridade do luar que tanto admirava, e assim deu o nome ao seu bebê de Lua.

Quando a noite caía, lá ia a jovem mãe levando a Cigarrinha Lua para contemplar o luar e ensinar a linda música que cantava.


As outras cigarras não se importavam e viam com bons olhos aquela mania da Cigarra Mãe levando o seu bebê e até achavam graça.

Assim foram passando os dias até o fim de outono.

Numa noite de inverno, o vento soprava frio e gelado, e as nuvens escuras anunciavam uma grande tempestade.

O vento era tão violento e impiedoso que até de longe se ouvia os murmúrios da floresta, e as folhas das árvores voavam por toda a parte. A tempestade veio tão forte que o volume da água da chuva corria por quilômetros, destruindo a casinha das cigarras, levando tudo por água abaixo.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

E assim foi durante a noite toda, e ao amanhecer a chuva continuava miúda e constante.

Estava tudo revirado, havia lama por toda parte.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Desesperada, a jovem Cigarra Mãe procurava ansiosa por sua filha, a Cigarrinha Lua, mas era tudo em vão, não a encontrava de jeito nenhum, mas mesmo assim insistia em procurar. Estava amargurada de não encontrar a sua filha.

Muito distante dali a Cigarrinha Lua estava viva, tinha sido levada pelo vento.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Quando a tempestade passou a Cigarrinha Lua tentou procurar sua mãe, mas percebeu que estava muito longe de sua casa, ficou desesperada e começou a chorar.

Naquela noite fazia muito frio, já estava escuro e terrivelmente gelado.

Entretanto, por ali passava uma Formiga Noturna, que se deparou com a cigarrinha perdida.

- Está chorando? perguntou a Formiga Noturna.

- Sim, respondeu a Cigarrinha Lua, não estou vendo ninguém da minha família, estou perdida, desorientada. Você sabe onde fica este lugar que estamos?

- Eu não sei, também estou procurando minha família, a tempestade destruiu todo o formigueiro onde eu morava.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

- Estou com frio e muito medo, disse a Cigarrinha Lua.

- Encontrei um lugar muito bom, estou indo para lá, quer ir também? perguntou a Formiga Noturna.

- Eu gostaria, mas não consigo andar nem voar, acho que uma das minhas asas está quebrada.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

- Então vou te ajudar, disse a Formiga Noturna, sou uma formiga grande e posso te carregar.

Assim a Formiga Noturna levou a Cigarrinha Lua nas costas.

Quando as duas chegaram, a Formiga Noturna estava muito cansada, mas o lugar encontrado era quente e confortável, ficava num buraco no tronco oco de uma árvore.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

A Cigarrinha Lua olhou demoradamente e veio lembranças de um lugar querido: a sua casa.

- O que achou daqui? questionou a Formiga Noturna, interrompendo o pensamento da Cigarrinha Lua.

- Achei ótimo, muito bom, fiquei muito feliz mas ao mesmo tempo estou triste porque não vou poder voar por causa da minha asa quebrada.

- Vou dar um jeito na sua asa quebrada, disse a Formiga Noturna.

- O que você vai fazer? perguntou a Cigarrinha Lua, com uma certa desconfiança.

- Pode deixar, eu tenho as minhas habilidades. A minha saliva é bem grudenta e seca como uma cola. Vou cuspir na ponta das suas asas, que vão ficar bem presas até você ficar curada.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

- E até quando ficarei assim?

- Até quando terminar o inverno.

A Cigarrinha Lua foi dormir tranquila e satisfeita.

No dia seguinte acordou bem melhor, suas asas estavam presas e não estavam mais caídas, já não sentia mais dor, estava feliz e animada, conseguia andar, coisa que não fazia antes.

- Que bom que está feliz, disse a Formiga Noturna, agora é só esperar o inverno passar.

- Não sei como te agradecer, falou a Cigarrinha Lua, enquanto caminhava, ainda sem firmeza, num zigue-zague para cá e para lá.

Quando a noite chegou o frio ainda era intenso e congelante e a Formiga Noturna se preparava para sair.

- Vai sair nesse frio? indagou a Cigarrinha Lua.

- Sim, passo as noites andando, gosto de ver a lua, as estrelas, e sentir o perfume do alecrim, por isso sou uma formiga noturna, e também para tornar mais leve meu sofrimento de não encontrar minha família.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Entretanto, os dias foram passando, o frio continuava interminável, tudo parecia adormecido e a Cigarrinha Lua já caminhava pequenas distâncias sem tropeço e sem dificuldade. Ansiava por voar, para encontrar sua mãe, mas não tinha certeza se isso ia acontecer novamente. Sentia muito medo e seus olhos distantes encheram de lágrimas.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Um belo dia o sol apareceu retraído entre as nuvens.

A Formiga Noturna ficou alegre, pois era um indício de dias melhores que estavam por chegar.

Certo dia ela convidou a Cigarrinha Lua para dar um passeio e, no meio do caminho, falou:

- Em breve vou separar as suas asas presas e você vai poder voar.

A Cigarrinha Lua ficou muito feliz com a notícia e ao mesmo tempo ficou temerosa e disse:

- Será que vai dar certo?

- Sei que vai dar certo, respondeu com segurança, no começo terá algumas dificuldades mas depois tudo vai correr bem.

Os dias foram se tornando cada vez mais quentes, o céu estava azul, o sol parecia forte e poderoso, tudo florescia, as flores começavam a desabrochar. Era o início da primavera.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

No dia seguinte, a Formiga Noturna chegou perto da Cigarrinha Lua e falou:

- Fiz os meus cálculos matemáticos e hoje vou separar as suas asas.

- Então é hoje?

- Sim, exatamente hoje.

- Hoje vai ser o dia mais feliz da minha vida!

E assim com muito cuidado a Formiga Noturna separou com facilidade as duas asinhas presas da cigarrinha.

- Agora você está livre, vai poder voar novamente, disse a Formiga Noturna.

- Que bom! Agora vou poder voar, disse alegremente a Cigarrinha Lua, e as duas comemoraram.

Realmente, no começo, a Cigarrinha Lua tinha certa dificuldade ao tentar voar, às vezes, ela caía, mas com o tempo já dava pequenos saltos e depois de alguns dias voava muito bem, ia pra cá e pra lá.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Uma noite de primavera, no céu as estrelas brilhavam, e entre as nuvens se exibia vaidosamente a lua, iluminando toda escuridão.

A noite estava agradável e o luar inebriante, por um momento a Cigarrinha Lua sentiu vontade de cantar, lembrou da sua mãe que a levava para ensinar uma bela canção e pensou: “Onde estaria minha mamãe neste momento sob o luar de prata?” Subiu num tronco bem alto e começou a cantar a linda melodia que sua mãe ensinou.

O canto da Cigarrinha Lua era tão lindo, tão suave que se podia ouvir nos quatro cantos da floresta.

Todos os animais paravam para ouvir e apreciar o seu belo canto, até a Formiga Noturna se surpreendeu e resolveu parar para escutar.

Era tão alto seu canto que se ouvia bem lá distante, chamando a atenção da Cigarra Mãe que ficou surpresa e confusa.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

- Essa é a minha música, pensou a Cigarra Mãe, será que estou sonhando, só pode ser minha filha cantando ao luar.

Respirou fundo e mais que depressa saiu voando em direção ao som familiar. Não tinha dúvida, era Cigarrinha Lua.

Voou com muita rapidez, que instantaneamente chegou lá, e ao ver sua filhinha cantando ao luar seus olhos se encheram de lágrimas e de alegria ao mesmo tempo.

A Cigarrinha Lua ao ver sua mãe nem acreditou, correu para abraçá-la, e por um longo tempo abraçadas ficaram.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

- Que bom ter te encontrado, todos estão te esperando, agora podemos ir para casa, disse a Cigarra Mãe.

- Como esperei por este momento, disse Cigarrinha Lua, mas tenho uma amiga que me salvou e não posso deixar de ajudar, porque ela está perdida também.

- Onde ela está agora, porque quero agradecer, disse a Cigarra Mãe.

- Ela é uma Formiga Noturna, a tempestade levou ela para longe da família e, por isso, está muito triste.

- Vamos convidá-la para morar com a gente, inclusive, perto de casa tinha uma formiga procurando desesperadamente por sua filha, até procurávamos juntas, disse a Cigarra Mãe. Será que não é a sua amiga?

Logo que a Formiga Noturna chegou, a Cigarra Mãe falou:

- Primeiramente quero te agradecer por ter salvo a vida da minha filha. Lá onde eu moro tem uma formiga que procura por sua filha, acho que pode ser você.

- Sim, pode ser e é o meu maior desejo reencontrar minha mãe, seria muita alegria. Mas deve ser bem longe daqui e eu ando muito lentamente, e nem sei quando vou chegar lá.

Aí, a Cigarrinha Lua falou:

- Você me carregou quando eu estava com a asa quebrada, agora sou eu que vou carregar você.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

E lá se foram embora, voando. Chegando a Formiga Noturna viu a sua mãe, e ficou tão feliz, e as duas choraram, e ficaram abraçadas com muita alegria.

- Eu tinha certeza que eu ia te encontrar, disse a mãe da Formiga Noturna, esperei muito por este momento!

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Quando a noite caiu, iluminou o luar com seu clarão reluzente, a Formiga Noturna saiu para dar o seu passeio e ver as estrelas do céu, enquanto a Cigarrinha Lua saiu para cantar uma bela Sonata ao Luar. As duas amigas nunca mais se separaram.

A Cigarrinha Lua e a Formiga Noturna

Texto: Nilza Monti Pires

Ilustrações: Paula Vanessa, Sabrina Paloma e Annina Ramona

Revisão: Nilza Monti Pires, Paula Vanessa, Diego e Jean