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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Fragmento 44, de Safo de Lesbos: O casamento de Heitor e Andrômaca, poesia, mitologia e celebração nupcial

Esta pintura de estética clássica e narrativa grandiosa traduz visualmente o cortejo festivo e a atmosfera triunfal descrita no Fragmento 44 de Safo, poema que celebra a chegada de Héctor e Andrómaca a Troia. Análise da Ilustração: A Chegada dos Noivos: No centro da composição, Héctor e Andrómaca avançam triunfantes numa carruagem de madeira decorada, puxada por cavalos vigorosos. Héctor segura as rédeas vestindo trajes militares de gala, enquanto Andrómaca, a seu lado com um vestido branco e manto sumptuoso, saúda a multidão entusiasmada, encarnando a figura dos noivos «semelhantes aos deuses». A Festividade e os Ritos Nupciais: Em redor do carro de combate e pelas ruas de Troia, a população celebra com júbilo. Em primeiro plano, jovens donzelas vestidas de branco dançam e tocam castanholas e flautas, enquanto mulheres e homens erguem os braços, cantam peãs e aclamam o casal. Carruagens secundárias transportam os valiosos tesouros e presentes trazidos de Teba: tecidos purpúreos, vasos de prata e ornamentos preciosos. O Cenário Urbano de Troia e a Inscrição: A cena desenrola-se na grande avenida da cidade fortificada de Troia, com monumentais templos e edifícios de arquitetura grega arcaica ao fundo, sob uma luz quente de fim de tarde. No canto inferior direito, uma estela de pedra exibe a gravação em grego arcaico dos versos de Safo que narram a chegada do mensageiro e os cânticos de celebração nupcial.

O Fragmento 44, de Safo de Lesbos, é uma das composições mais singulares da poesia lírica da Grécia Antiga. Diferentemente dos poemas mais conhecidos da autora, dedicados à expressão do desejo, da paixão e das inquietações amorosas, esse fragmento apresenta uma celebração pública e solene: o casamento de duas personagens fundamentais da tradição mitológica troiana. Heitor, príncipe de Troia e um dos principais heróis da Ilíada, une-se a Andrômaca, cuja figura está associada ao amor conjugal, à família e à tragédia da guerra. Por meio dessa composição, Safo demonstra que sua produção poética não se restringia à experiência íntima, mas também abrangia acontecimentos míticos, cerimônias coletivas e manifestações da vida social.

A composição começa com a descrição da chegada de Heitor e Andrômaca a Troia, vindos de uma viagem marítima que os conduz da região da Ásia Menor à cidade troiana. A narrativa apresenta o movimento das embarcações, a presença dos acompanhantes e a expectativa criada em torno da chegada do casal. A entrada dos recém-casados é recebida com entusiasmo, como um acontecimento digno de reconhecimento público. A poesia de Safo transforma esse episódio em uma espécie de procissão nupcial, na qual os elementos da viagem e da recepção contribuem para criar uma atmosfera de solenidade. O casamento deixa de ser apenas uma união entre duas pessoas e passa a representar um acontecimento que envolve toda uma comunidade, reunida para celebrar a chegada da princesa e do herói.

A chegada do casal é acompanhada por uma descrição dos presentes e dos objetos preciosos que integram a celebração. São mencionados adornos de ouro, vestimentas de púrpura, ornamentos artisticamente trabalhados, numerosos vasos de prata e objetos de marfim. Esses elementos não possuem apenas uma função decorativa: representam a riqueza, o prestígio e a importância social da união. Andrômaca é apresentada como uma jovem de beleza delicada, cuja chegada merece uma recepção à altura de sua posição. O poema também evidencia a dimensão material dos casamentos aristocráticos na Antiguidade, nos quais presentes, riquezas e alianças familiares desempenhavam papéis importantes. Safo utiliza esses detalhes para conferir grandiosidade à narrativa e construir uma imagem de prosperidade em torno do casamento.

Um dos aspectos mais interessantes do Fragmento 44 é a maneira como Safo aproxima a poesia lírica da tradição épica de Homero. Heitor e Andrômaca são personagens conhecidas principalmente pela Ilíada, na qual representam uma das relações conjugais mais marcantes da literatura antiga. Na epopeia, Heitor aparece como defensor de Troia, enquanto Andrômaca representa a dimensão familiar e afetiva ameaçada pela guerra. No poema de Safo, entretanto, o episódio é apresentado antes da destruição da cidade, em um momento de felicidade e celebração. Essa escolha produz um contraste significativo para os leitores familiarizados com o destino das personagens: o casamento que agora é celebrado será posteriormente marcado pela morte de Heitor e pelo sofrimento de Andrômaca. A composição pode, portanto, ser lida à luz da tragédia futura, embora seu conteúdo preservado privilegie a solenidade e a alegria da cerimônia.

A celebração ganha ainda mais intensidade na descrição da entrada dos recém-casados em Troia. Mulheres, jovens e homens participam da recepção, enquanto carruagens, cavalos e animais de transporte compõem o cortejo. A música ocupa um lugar fundamental nessa passagem: os sons da flauta e da lira misturam-se aos instrumentos de percussão, enquanto as jovens entoam cânticos que parecem alcançar o céu. As ruas são tomadas por recipientes cerimoniais e perfumes de mirra, cássia e incenso. As mulheres mais velhas manifestam sua alegria por meio de gritos ritualísticos, enquanto os homens cantam em homenagem a Apolo. O poema termina celebrando Heitor e Andrômaca como figuras semelhantes aos deuses. Essa descrição permite imaginar uma cerimônia coletiva na qual música, dança, aromas e manifestações religiosas se integram à celebração matrimonial.

A importância do Fragmento 44 também está relacionada à representação das mulheres na poesia de Safo. Embora a autora seja especialmente conhecida por seus poemas sobre o desejo e as relações afetivas femininas, sua produção demonstra interesse por diferentes aspectos da experiência das mulheres na sociedade grega. O casamento, nesse contexto, constitui um acontecimento fundamental, pois representa uma transformação na condição social da jovem e sua entrada em uma nova etapa da vida. Ao escolher Andrômaca como protagonista de uma composição nupcial, Safo recupera uma personagem mitológica cuja trajetória reúne beleza, amor conjugal, maternidade e sofrimento. A poetisa oferece, assim, uma perspectiva que ultrapassa a narrativa heroica tradicional, conferindo destaque à cerimônia matrimonial e às manifestações coletivas que acompanham a união.

O Fragmento 44 revela uma faceta menos conhecida, mas igualmente importante, da produção da poetisa de Lesbos. Sua composição demonstra que a poesia sáfica não se limitava à expressão de sentimentos individuais, abrangendo também narrativas mitológicas, celebrações religiosas e acontecimentos sociais. Ao transformar o casamento de duas personagens da tradição troiana em uma grandiosa celebração poética, Safo constrói uma atmosfera de beleza, abundância e felicidade que contrasta com os acontecimentos trágicos narrados posteriormente por Homero. Mesmo preservado apenas parcialmente, o poema surge como um documento extraordinário da sensibilidade artística da autora e de sua capacidade de combinar elementos épicos e líricos. Sua leitura permite compreender melhor a diversidade temática da obra de Safo e reconhecer a importância da poesia feminina na literatura da Grécia Antiga.

Fragmento 44: O casamento de Heitor e Andrômaca

Mensageiro chegou de Ida,
o veloz arauto,
e anunciou a notícia:
Heitor e seus companheiros
trazem Andrômaca de olhos brilhantes
de Tebas e da sagrada Plácia,
sobre o mar salgado.

Muitos braceletes de ouro,
vestes de púrpura,
adornos multicoloridos,
incontáveis taças de prata
e ornamentos de marfim.

Assim falou:
e logo se espalhou pela cidade de Troia
a notícia da chegada.

Os troianos atrelaram as mulas
aos carros bem construídos
e toda a multidão de mulheres
e jovens de belos tornozelos
subiu às carruagens.

As filhas de Ílion,
e também as mulheres mais velhas,
dirigiram-se à cidade.

Os homens, por sua vez,
partiram em direção a Troia,
conduzindo cavalos e carros.

E todos juntos chegaram
à sagrada Ílion.

A flauta soava docemente,
misturando-se ao som da lira;
por toda parte ressoavam
os cânticos das jovens.

E o eco alcançava o céu.

As mulheres mais velhas
soltavam gritos de alegria,
enquanto os homens entoavam
um belo canto em homenagem a Apolo,
o arqueiro, o tocador de lira.

E celebravam Heitor e Andrômaca,
semelhantes aos deuses.

Fragmento 44 de Safo no grego antigo original

Κύπρον[... 

κᾶρυξ ἦλθε Θ[... 

Ἔκτωρ καὶ σὺν ἑταίρ[οι ἄγοισ’ ἐλικοβλέφαρον] 

τὰν ἀβρὰν Ἀνδρομάχαν ἐνὶ ναῦσιν ἐπ’ ἁλμυρον

πόντον ἐκ Θείβας ἰέρας Ἀπλακίας τ’ ἀπ’ ἀεννάω

ἄγοισι παλὰ χρύσα βραχίονα, κάσσεα

πορφόρα ⟨τ’⟩ αἰόλα, ποικίλ’ ἀθύρματα,

ἀργύρα τ’ ἀνάριθμα ποτήρια κἐλέφαντα.

Ὧς εἶπ’· ὀρτόμενος δὲ πατὴρ φίλος·

φάμα δ’ ἦλθε κατὰ πτόλιν εὐρύχορον φίλοις.

αὔτικ’ Ἀτρεΐδαι ⟨μὲν⟩ ὑπ’ ἀπήναις ἄγον

ἐϋτρόχοις ἡμιόνους, ἐπέβαινε δὲ παῖς ὄχλος

γυναίκων τ’ ἄμα παρθενικάων ⟨τ’⟩ ὐπαίσθων·

χῶρις δ’ Ἀλκίμοιο θυγάτερες [...

ἴπποις δ’ ἄνδρες ὔπαγον ὐπ’ ἄρματα,

πὰρ ⟨δὲ⟩ πᾶις ἠΐθεος [...

[...] ἁνίοχοι ⟨δ’⟩ ἄγον

[...]

[...]

ὄμοιον θεοῖς [...

[...] ἄγνον α[...

ὄρμαται [...

ὄλπις [...

αὔλος δ’ ἁδυμέλης ⟨τ’⟩ ἐναρίμιον

αἴθοι τ’ ὀξυβέλης [...

παρθένοι ⟨δ’⟩ ἄειδον ἄγνον ἄεισμα,

κάνων δ’ ⟨ἐς⟩ αἴθερα δυν[άν

[...]

πάντα δ’ ἦς κὰτ ὄδον [...

κρᾶτηρες µίγνοντο ⟨τ’⟩ ἰαύ[χιοι

µύρρα δ’ ἰδὲ κάσσια λίβανός τ’ ἐµελίχνυτο.

γυναῖκες δ’ ἐλέλυζον ὄσαι προγενέστεραι,

πάντες δ’ ἄνδρες ἐπήρατον

ἴαχον ὄρθιον Πάον’ ὀνκαλέοντες ἐκάβολον εὐλύραν,

ὔµνην δ’ Ἔκτορα κἈνδροµάχαν θεοεικέλοις.

Observação sobre o poema

O Fragmento 44 é um dos mais importantes exemplos de poesia narrativa na obra de Safo. Diferentemente de suas composições mais intimistas, nas quais predominam o desejo, a paixão e a saudade, esse poema apresenta uma celebração coletiva: a chegada de Andrômaca a Troia para se casar com Heitor.

A composição possui características de um epitalâmio, isto é, um poema destinado à celebração de um casamento. A presença de instrumentos musicais, cânticos, procissões, presentes e manifestações de alegria aproxima o texto das cerimônias matrimoniais da Grécia arcaica.

É particularmente interessante o contraste com a narrativa da Ilíada, de Homero: enquanto Safo celebra a união de Heitor e Andrômaca em uma atmosfera de prosperidade e felicidade, a tradição épica revela o destino trágico do casal e a destruição de Troia.

Nota: esta é uma tradução literária, não uma tradução filológica verso a verso. O Fragmento 44 possui passagens danificadas ou incompletas na transmissão manuscrita, e a disposição dos versos e a interpretação de algumas palavras variam conforme a edição do texto grego.

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Capa do livro. Em primeiro plano, um rapaz anota planilhas. No fundo, imagens que fazem referência ao poder divino. Gráficos e moedas preenchem a ilustração.

O Fim da Era de Gutenberg, de Jean Monti Pires

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As Travessuras das Cinco Estrelinhas de Andrômeda, de Nilza Monti Pires

A imagem mostra a capa de um livro infantil intitulada “As Travessuras das Cinco Estrelinhas de Andrômeda”, escrita por Nilza Monti Pires, cujo nome aparece no topo da capa em letras grandes e azuis.  A ilustração apresenta um céu azul vibrante, com nuances que lembram pinceladas suaves, e espirais claras que remetem a galáxias. Há também pequenas estrelinhas amarelas espalhadas pelo céu, sugerindo um cenário cósmico alegre e fantasioso.  No centro da imagem, sobre uma colina verde arredondada, aparecem cinco estrelas coloridas com expressões humanas, cada uma com personalidade própria:  Uma estrela azul com expressão feliz e bochechas rosadas.  Uma estrela vermelha com expressão triste.  Uma estrela amarela sorridente, com duas pequenas argolas no topo, lembrando “marias-chiquinhas”.  Uma estrela verde usando óculos e com ar simpático.  Uma estrela cinza com um sorriso discreto.  Todas estão alinhadas lado a lado, transmitindo sensação de amizade e diversidade emocional.  Na parte inferior da capa, em letras brancas e grandes, está o título do livro distribuído em três linhas: AS TRAVESSURAS / DAS CINCO ESTRELINHAS / DE ANDRÔMEDA.  O fundo bege claro emoldura toda a ilustração, dando destaque ao colorido central.

Kronstadt e A Terceira Revolução, de Jean Monti Pires

A imagem é a capa de um livro com design inspirado em cartazes revolucionários do início do século XX. No topo, em letras vermelhas, aparece o nome do autor: Jean Monti Pires.  A ilustração central, em tons de vermelho, sépia e preto, mostra um grupo de marinheiros e revolucionários avançando de forma determinada. O personagem principal, um marinheiro de expressão séria, está à frente segurando um rifle. Atrás dele, outros marinheiros marcham, e à esquerda há um homem de punho erguido em gesto de protesto. À direita, vê-se uma paisagem industrial com fábricas e chaminés, reforçando o ambiente de luta social e política.  Uma mulher ao fundo ergue uma grande bandeira vermelha com inscrições em russo: “Советы свободные”, que significa “Sovietes Livres”. A bandeira tremula ao vento, simbolizando mobilização revolucionária e resistência.  A parte inferior da capa apresenta um retângulo vermelho com um título estilizado usando caracteres que imitam o alfabeto cirílico. Abaixo, em português, lê-se o subtítulo:  “A luta dos marinheiros contra a hegemonia do Ocidente”  O fundo bege claro enquadra toda a composição, destacando o estilo gráfico forte e dramático da cena.

Entre a Cruz e a Espada, de Jean Monti Pires

A imagem é a capa de um livro com estética clássica, evocando pinturas do século XIX. No topo, em letras brancas e elegantes, aparece o nome do autor: Jean Monti Pires.  A cena central mostra um homem idoso, de barba longa e grisalha, vestindo roupas escuras tradicionais e segurando um cordão de contas nas mãos. Ele está em pé, no centro de um tribunal, com expressão grave e abatida, sugerindo tensão, julgamento ou reflexão profunda. Sua postura transmite dignidade misturada a sofrimento.  Ao redor, aparecem magistrados, juízes e espectadores, todos trajando roupas antigas, compatíveis com os tribunais europeus dos séculos XVII a XIX. As figuras observam atentamente, algumas com semblantes sérios, outras parecendo julgadoras. O ambiente é composto por painéis de madeira, palanques elevados e arquitetura típica de salas de julgamento históricas.  No centro superior da imagem, atrás do personagem principal, estão juízes sentados em cadeiras altas, reforçando a atmosfera de formalidade e severidade. Nas laterais, homens e mulheres compõem o público, vestidos à moda antiga, todos testemunhando o momento tenso retratado.  Na parte inferior da capa, sobre uma faixa preta, o título aparece em letras grandes e vermelhas:  ENTRE A CRUZ E A ESPADA. O conjunto visual sugere um tema histórico e dramático, envolvendo julgamentos, tensões religiosas, perseguições e conflitos ideológicos, alinhado ao título e ao foco da obra.

Ética Neopentecostal, Espírito Maquiavélico, de Jean Monti Pires

A imagem é a capa de um livro com estética inspirada em cartazes ilustrados de meados do século XX. O fundo possui um tom bege envelhecido, reforçando o visual retrô. No topo, em letras elegantes e escuras, está o nome do autor: Jean Monti Pires.  Logo abaixo, em destaque e em caixa alta, aparece o título:  ÉTICA NEOPENTECOSTAL, ESPÍRITO MAQUIAVÉLICO  No centro da composição há uma ilustração de um homem calvo, de expressão sorridente, vestindo paletó escuro. Ele está representado com duas ações simbólicas:  A mão esquerda levantada, como se estivesse em posição de discurso, pregação ou saudação.  A mão direita segurando um grande saco de dinheiro, marcado com o símbolo de cifrão.  À sua frente há um púlpito de madeira com um livro aberto, sugerindo um ambiente de pregação religiosa. Na parte inferior da imagem, várias mãos erguidas aparecem entre sombras, representando uma plateia ou congregação que observa ou interage com o personagem central.  Abaixo da ilustração, em letras grandes, está escrito:  EVANGÉLICOS CRISTÃOS:  E logo abaixo, em branco:  Quando os Fins Justificam os Meios na Busca por Riqueza, Influência e Controle Social  O conjunto transmite um visual satírico e crítico, com forte carga simbólica envolvendo religião, dinheiro e poder, alinhado ao tema da obra.

A Verdade sobre Kronstadt, de Volia Rossii

A imagem é a capa de um livro ou panfleto intitulado "A verdade sobre Kronstadt".  Aqui estão os detalhes da capa:  Título: "A verdade sobre Kronstadt" (em português).  Design: A arte é em um estilo que lembra pôsteres de propaganda ou arte gráfica soviética/revolucionária, predominantemente nas cores vermelho, preto e tons de sépia/creme.  Figura Central: É um marinheiro, provavelmente da Marinha Soviética, em pé e de frente, olhando para o alto. Ele veste o uniforme típico com o colarinho largo e tem uma fita escura (possivelmente preta ou azul marinho) enrolada em seu pescoço. Ele segura o que parece ser um mastro, bandeira enrolada ou um pedaço de pau na mão direita.  Fundo: A cena de fundo é em vermelho e preto, mostrando a silhueta de uma área urbana ou portuária com algumas torres ou edifícios. Há uma peça de artilharia ou canhão na frente do marinheiro, no lado direito inferior.  Autoria e Detalhes: Na parte inferior da imagem, há a indicação de autoria: "Volia Rossii" e "por Fecaloma punk rock".  Subtítulo/Série: A faixa inferior da capa, em vermelho sólido, contém o texto: "Verso, Prosa & Rock'n'Roll".  A imagem faz referência ao Levante de Kronstadt de 1921, que foi uma revolta de marinheiros bolcheviques contra o governo bolchevique em Petrogrado (São Petersburgo).

A Saga de um Andarilho pelas Estrelas, de Jean P. A. G.

🌌 Capa do Livro "A saga de um andarilho pelas estrelas" A capa tem um tema cósmico e solitário, dominado por tons de azul escuro, preto e dourado.  Título: "A saga de um andarilho pelas estrelas" (em destaque na parte inferior, em fonte branca).  Autor: "Jean Pires de Azevedo Gonçalves" (em destaque na parte superior, em fonte branca).  Cena Principal: A imagem mostra uma figura solitária e misteriosa, de costas, que parece ser um andarilho.  Ele veste um longo casaco ou manto escuro com capuz.  A figura está em pé no topo de uma colina ou montanha de aparência rochosa e escura.  Fundo: O céu noturno é o elemento mais proeminente e dramático.  Ele está repleto de nuvens cósmicas e nebulosas nas cores azul, roxo e dourado.  Uma grande galáxia espiral em tons de laranja e amarelo brilhante domina a parte superior do céu.  Um rastro de meteoro ou cometa aparece riscando o céu perto da galáxia.  A composição sugere uma jornada épica, exploração e o mistério do vasto universo.

A Greve dos Planetas, de Jean P. A. G.

Capa do Livro "A saga de um andarilho pelas estrelas" Esta imagem é uma capa de livro de ficção científica ou fantasia com uma atmosfera épica e cósmica.  Título: "A saga de um andarilho pelas estrelas" (em destaque na parte inferior).  Autor: "Jean Pires de Azevedo Gonçalves" (em destaque na parte superior).  Cena Principal: Uma figura solitária (o andarilho), envolta em um casaco ou manto com capuz, está de costas, no topo de uma colina ou montanha escura e rochosa.  Fundo Cósmico: O céu noturno é dramático, preenchido com:  Uma grande galáxia espiral de cor dourada/laranja no centro superior.  Nuvens e nebulosas vibrantes em tons de azul profundo, roxo e dourado.  Um rastro de meteoro ou cometa riscando o céu.

Des-Tino, de Jean P. A. G.

🎭 Descrição da Capa "Des-Tino" Título: "Des-Tino" (em letras brancas grandes, dividido em sílabas por um hífen).  Autor: "Jean Pires de Azevedo Gonçalves" (na parte superior, em letras brancas).  Subtítulos: "Dramaturgia" e "Verso, Prosa & Rock'n'Roll" (na parte inferior).  Cena da Pintura: A imagem central é uma representação de figuras humanas nuas ou parcialmente vestidas em um cenário ao ar livre (floresta/jardim).  Figura da Esquerda (Superior): Uma pessoa vestida com uma túnica vermelha e um capacete (possivelmente representando um deus ou herói da mitologia, como Marte ou Minerva/Atena) está inclinada e conversando com a figura central.  Figura Central: Uma mulher seminu está sentada ou recostada, olhando para a figura com o capacete. Ela gesticula com a mão direita para cima, com uma expressão pensativa ou de surpresa.  Figura da Esquerda (Inferior): Uma figura masculina, possivelmente um sátiro ou poeta (pelas barbas e pose), está reclinada e olhando para as figuras centrais, segurando o que parece ser uma lira ou harpa.  Figura da Direita: Outra figura feminina, nua ou com pouca roupa, está de pé na lateral direita, observando a cena.  Estilo: A arte é uma pintura de estilo clássico, com foco em figuras humanas, composição dramática e luz suave.

Eu Versos Eu, Jean Monti

Descrição da Capa "Eu versos Eu" A capa utiliza um forte esquema de cores em preto e branco para criar um efeito visual de contraste e divisão.  Título Principal: A capa é composta pelas palavras "Eu versos Eu", dispostas em três seções principais.  Autor: O nome "Jean Monti" aparece no topo, em uma faixa preta.  Design Gráfico:  Faixa Superior: Um retângulo branco com a palavra "Eu" em fonte serifada preta grande.  Faixa Central: Um quadrado dividido diagonalmente:  A metade superior esquerda é branca com a palavra "ver" (parte da palavra "versos") em preto.  A metade inferior direita é preta com a palavra "sos" (o restante da palavra "versos") em branco.  Faixa Inferior: Um retângulo branco com a palavra "Eu" novamente, em fonte serifada preta grande.  Subtítulo/Série: Na parte inferior, fora da faixa, aparece o texto "Verso, Prosa & Rock'n'Roll" em preto, sugerindo um tema ou série.  O design simétrico e a divisão em preto e branco reforçam a ideia do título, "Eu versos Eu", sugerindo um conflito, dualidade ou reflexão interna.

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(***) Notas sobre a ilustração:

Esta pintura de estética clássica e narrativa grandiosa traduz visualmente o cortejo festivo e a atmosfera triunfal descrita no Fragmento 44 de Safo, poema que celebra a chegada de Héctor e Andrómaca a Troia.

Análise da Ilustração:

  1. A Chegada dos Noivos: No centro da composição, Héctor e Andrómaca avançam triunfantes numa carruagem de madeira decorada, puxada por cavalos vigorosos. Héctor segura as rédeas vestindo trajes militares de gala, enquanto Andrómaca, a seu lado com um vestido branco e manto sumptuoso, saúda a multidão entusiasmada, encarnando a figura dos noivos «semelhantes aos deuses».

  2. A Festividade e os Ritos Nupciais: Em redor do carro de combate e pelas ruas de Troia, a população celebra com júbilo. Em primeiro plano, jovens donzelas vestidas de branco dançam e tocam castanholas e flautas, enquanto mulheres e homens erguem os braços, cantam peãs e aclamam o casal. Carruagens secundárias transportam os valiosos tesouros e presentes trazidos de Teba: tecidos purpúreos, vasos de prata e ornamentos preciosos.

  3. O Cenário Urbano de Troia e a Inscrição: A cena desenrola-se na grande avenida da cidade fortificada de Troia, com monumentais templos e edifícios de arquitetura grega arcaica ao fundo, sob uma luz quente de fim de tarde. No canto inferior direito, uma estela de pedra exibe a gravação em grego arcaico dos versos de Safo que narram a chegada do mensageiro e os cânticos de celebração nupcial.