quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Promoção 8 de março - "Des-tino" - grátis

"Des-tino" é uma peça que trata da autonomia da mulher numa sociedade em que ainda as mulheres não gozam de seus plenos direitos e liberdade, ocupando, em todos os níveis, posições desiguais em relação aos homens.

Tendo em vista que o KDP Select da Amazon oferece gratuitamente por cinco dias as obras inscritas nesse sistema, resolvemos fazer uma promoção para o dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.


Disponibilizaremos para download o eBook [ePub] "Des-tino":



Florisa é uma jovem mulher casada com um empresário bem sucedido. Sua vida é monótona e por isso ela resolve voltar a estudar. Na faculdade, conhece pessoas diferentes que irão mudar a sua vida para sempre. “Des-Tino” é uma história de amor composta para a dramaturgia.

Raduan Nassar - Prêmio Camões

Raduan Nassar, considerado por muitos o maior escritor brasileiro da atualidade, autor de “Lavoura arcaica”, “Um copo de cólera”, entre outros, foi galardoado com o Prêmio Camões de Literatura 2016. O prêmio é considerado o mais importante da língua portuguesa.

Na cerimônia de premiação, realizada no Museu Lasar Segall, dia 17 de fevereiro de 2017, São Paulo, Raduan proferiu, em seu discurso de agradecimento, uma crítica contundente ao governo Temer, ao qual o escritor considera ilegítimo e “golpista”. Lamentavelmente, o brilho da cerimônia foi obscurecido pelo ministro da (in)cultura Roberto Freire que, numa clara tentativa de cerceamento da liberdade de expressão e numa ode ao clientelismo mais arcaico e abjeto, insinuou, em sua fala, que pelo fato do prêmio ser concedido pelos governos de Brasil e Portugal, o escritor deveria assumir uma postura de submissa gratidão ao governo brasileiro; como se o prêmio fosse um favor e escritor devesse prestar homenagens ao governo, ao invés de criticá-lo.

As vaias foram a melhor resposta que cabia ao ministro e um alerta de que arte, ainda que sob regime de censura, jamais se calará aos desmandos dos poderosos.

Leia o discurso de Raduan:

Excelentíssimo Senhor Embaixador de Portugal, Dr. Jorge Cabral.

Senhor Dr. Roberto Freire, Ministro da Cultura do governo em exercício.

Senhora Helena Severo, Presidente da Fundação Biblioteca Nacional.

 Professor Jorge Schwartz, Diretor do Museu Lasar Segall.

 Saudações a todos os convidados.

Tive dificuldade para entender o Prêmio Camões, ainda que concedido pelo voto unânime do júri. De todo modo, uma honraria a um brasileiro ter sido contemplado no berço de nossa língua.

Estive em Portugal em 1976, fascinado pelo país, resplandecente desde a Revolução dos Cravos no ano anterior. Além de amigos portugueses, fui sempre carinhosamente acolhido pela imprensa, escritores e meios acadêmicos lusitanos.

Portanto, Sr.Embaixador, muito obrigado a Portugal.

Infelizmente, nada é tão azul no nosso Brasil.

Vivemos tempos sombrios, muito sombrios: invasão na sede do Partido dos Trabalhadores em São Paulo; invasão na Escola Nacional Florestan Fernandes; invasão nas escolas de ensino médio em muitos estados; a prisão de Guilherme Boulos, membro da Coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto; violência contra a oposição democrática ao manifestar-se na rua. Episódios todos perpetrados por Alexandre de Moraes.

Com curriculum mais amplo de truculência, Moraes propiciou também, por omissão, as tragédias nos presídios de Manaus e Roraima. Prima inclusive por uma incontinência verbal assustadora, de um partidarismo exacerbado, há vídeo, atestando a virulência da sua fala. E é esta figura exótica a indicada agora para o Supremo Tribunal Federal.

Os fatos mencionados configuram por extensão todo um governo repressor: contra o trabalhador, contra aposentadorias criteriosas, contra universidades federais de ensino gratuito, contra a diplomacia ativa e altiva de Celso Amorim. Governo atrelado por sinal ao neoliberalismo com sua escandalosa concentração da riqueza, o que vem desgraçando os pobres do mundo inteiro.

Mesmo de exceção, o governo que está aí foi posto, e continua amparado pelo Ministério Público e, de resto, pelo Supremo Tribunal Federal.

Prova da sustentação do governo em exercício aconteceu há três dias, quando o ministro Celso de Mello, com suas intervenções enfadonhas, acolheu o pleito de Moreira Franco. Citado 34 vezes numa única delação, o ministro Celso de Mello garantiu, com foro privilegiado, a blindagem ao alcunhado “Angorá”. E acrescentou um elogio superlativo a um de seus pares, o ministro Gilmar Mendes, por ter barrado Lula para a Casa Civil, no governo Dilma. Dois pesos e duas medidas

É esse o Supremo que temos, ressalvadas poucas exceções. Coerente com seu passado à época do regime militar, o mesmo Supremo propiciou a reversão da nossa democracia: não impediu que Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados e réu na Corte, instaurasse o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Íntegra, eleita pelo voto popular, Dilma foi afastada definitivamente no Senado.

O golpe estava consumado!

Não há como ficar calado.

Obrigado

Raduan Nassar

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Top 10 dos anos 50 - rock'n'roll

O rock'n'roll dos anos 1950 pode ser dividido em dois subgêneros: o rockabilly, mistura de country music e blues, que deixou Elvis Presley famoso, em 1956, e a música rude e agitada do blues com muita influência de jazz e gospel feita por centenas de músicos negros liberados do serviço militar após a II Grande Guerra, dentre os quais Big Joe Turner, Wynonie Harris e Louis Jordan. Na verdade, esse subgênero do rock'n'roll já era um fenômeno muito antes de Elvis, Jerry Lee Lewis e Chuck Berry embalarem as festas de adolescentes e jovens dos anos 50.

Esta antologia de hits de rock’n’roll é voltada para o ouvinte casual, que escuta coleções antigas de vez em quando. Se você faz parte desse grupo, a nossa seleção de 10 faixas de sucessos é muito boa. Dentre tantos grandes hits dos anos 50, selecionamos os clássicos abaixo:

“Jailhouse Rock”, Elvis Presley


“Tutti fruti”, Little Richard


“(I'm Gonna) Rock Around the Clock”, Billy Haley & HisComets


“Johnny B. Goode”, Chuck Berry


“La bamba”, Ritchie Valens


“Blue Suede Shoes”, Carl Perkins


“Blueberry Hill”, Fats Domino


“Whole Lotta Shakin’Goin’On”, Jerry Lee Lewis


“Summertime Blues”, Eddie Cochran


“Peggy Sue”, Buddy Holly

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

"Para Nilza", de Paulo Azevedo

Poesia

Para Nilza

Quem no mundo saberá ternuras
Ébrias, tíbias, languescentes
Senão estes teus olhos
Nilza meiga? –
Vaníssima ilusão, ópio de agora!
Que boca rirá sangue e pérola
Nesta pureza de infância
De tua face de pétala,
De tua face de nata,
Destas duas pintas negras
Que me vencem, Deus do céu,
Que me arrebatam!
Não importa o riso
Que terás para meus versos
Porque vivemos o tempo do anti-verso:
Poetas não são mais,
Só os autores se leem
E as Musas dançam “twist”...
Não me importa o riso
Que terás para meus versos.
Qu importa é o sorriso que me deste,
Quando ninguém nos via,
E por um instante eternamente breve
A sinceridade foi possível.
Palavra de honra
Ainda há lírios nas campinas,
Nilza meiga!
Em plena era de jatos,
Dramas eletrônicos e bombas,
Há lírios vergando ao vento...
Este rubro e terno cravo,
Que te darei,
Consegui-o durante os sonhos bons
De uma limpa e morna madrugada
Quando em tudo, em tudo
Havia Nilza:
Nilza pelos espaços,
A brisa dizendo Nilza
Nas sombras verdes das ramagens.
E no cristal azul do lago
Era Nilza que a Lua falava...
Mas... ora... vês?
Foi a luz destas lágrimas imbecis
Que vi o silêncio denso entre nós dois,
A negação integral de eu falar,
De me sentires...
O alheamento inconsciente é teu,
É a tua a ausência, ausência, ausência...
E a culpa, de que é?
Não faz mal,
Mesmo depois de quieta a minha voz,
Os roseirais perfumarão o mundo...

(Paulo Azevedo -1962)


domingo, 15 de janeiro de 2017

Barry McGuire - Eve of Destruction

Numa época de crise em que atravessa o país - crise que não é apenas política e econômica, mas também social - a intolerância e a violência aparecem como meios de resolver divergências de opinião ou de filiação política e ideológica. Nada poderia ser mais equivocado. A sociedade parece ter escolhido o pior caminho. A violência não resolve diferenças, ao contrário, apenas estimula o ódio numa escalada infinita.


Por isso, a primeira postagem deste ano é a música "Eve of Destruction" com sua mensagem pacifista. "Eve of Destruction" foi escrita por P. F. Sloan, em 1965. A música se tornou um sucesso quase por acaso na voz de Barry McGuire. Este blog deseja a todos um feliz ano novo, cheio de amor e paz!

BarryMcGuire - Eve Of Destruction

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Rogue One: hoje não tem estreia!!!


por Paula Vanessa

Enquanto muitos adoraram o Episódio VII de Star Wars e estão ansiosos para assistir o novo filme Rogue One, eu ainda estou decepcionada com o que vi no ano passado.  Só agora, depois de ter passado muito tempo, passada a tristeza e a decepção, é que resolvi escrever. Pode parecer um tema desatualizado, mas o que escrevo são justamente motivos que me farão não ir ao cinema hoje.

Acredito ainda que muitos daqueles que gostaram do mencionado episódio são do tipo de “pessoa bate-palmas”: toca o hino, bate palmas; casamento, bate palmas; votação no senado, bate palmas... Não querem estar por fora, não querem estar associados ao passado e querem demonstrar que estão bem informados e abertos para todo tipo de inovação. E quem não gostou não tem o direito de dizê-lo, porque senão corre o risco de ser banido da “comunidade Star Wars”.

Quando passar a histeria, provocada pelo retorno de mais um episódio da saga, e a vontade de rever o filme na telona, vai ser possível dizer: “não gostei”. Com certeza, vai ter um monte de gente afirmando que “O Despertar da Força” decepcionou. Pois, se a intenção era que o filme representasse uma ruptura com os episódios anteriores, ele deveria romper mesmo. Mas não foi o que aconteceu. Velhas histórias foram recontadas com “novos personagens”: o jovem Jedi seduzido pelo lado negro da força ou, então, o mestre decepcionado que some para um lugar inacessível.

Quando fui ao cinema no ano passado, desejava assistir um bom filme, com uma história emocionante e efeitos especiais fantásticos, mas, principalmente, para me integrar a um grande encontro mundial de rebeldes, de siths, de seres galáticos. Fui ao cinema participar do grande “rito de passagem” dessa epopeia moderna da sétima arte, onde a velha geração entrega para a nova o bastão que um dia pertencera aos deuses do Olimpo.

É por isso que o novo filme da série, Rogue One, me entristece muito, porque hoje eu gostaria de voltar aos cinemas em busca de novas alianças e não apenas para ver mais um capítulo da “novela Star Wars”. Não me sinto com forças para assistir esse filme depois do episódio VII... e esse número já é bem pesado para nós brasileiros... “O Despertar da Força” despertou em mim – e o trocadilho não é mera distração – muita tristeza pelo fato da história ter sido enlatada e vendida por comerciantes gananciosos. Pois, o único objetivo do vendedor é vender, não importa o quê e como, mas o produto tem de ser vendido.

Sob esta lógica mercantil, agora poderemos comprar Star Wars todo ano!!!!!!

Tudo bem, sabemos que esse é o mundo em que vivemos. Podemos não estar de acordo, mas isso não nos isenta da condição de cúmplices! Também somos consumidores insaciáveis!!!

Mas a saga Star Wars não poderia ter sido consumida pela vaidade de poucos e a ânsia pelo lucro dos novos proprietários da franquia (!).

Seria de bom alvitre se, pelo menos, a identidade dos fãs fosse preservada no filme.

Se a marca estampada na mercadoria, ao menos tivesse a nossa cara, teríamos saídos satisfeitos do cinema. Para comprar, temos que nos identificar com o produto. Mas, se a nova franquia reduz todo o ritual que envolve a série em uma mercadoria, os comerciantes deveriam ter pensado nisso antes de entregar o filme para um egocêntrico rodar!!!

Não é de hoje que nós humanos gostamos de contar e recontar histórias de heróis míticos. Não é privilégio da “sociedade do espetáculo” reviver os feitos dos deuses e semideuses, espelhar suas posturas, interpretar suas falas, imitar seus gestos. Desde muito tempo, outras narrativas tiveram vida própria e não dependiam apenas do talento do seu criador. Sempre contavam com a empatia de um público receptor que vou chamar aqui de comuns, ou seja, nós, os espectadores. Foram os comuns que consagraram Homero, transmitindo por milênios seu nome e sua genialidade. São os comuns que contam, recontam, vivem e recriam seus versos, eternizando o próprio Homero.

Já na Pré-história, na Idade do Bronze, circulavam histórias fascinantes como a de uma personagem que era atraída para o lado negro. O pessoal lá das cavernas contava a história do ”Ferreiro e do Diabo”, um tipo de Darth Vader, ao gosto dos comuns daquela época. Comum em latim é COMMUNIS, significa “ato de repartir deveres entre todos”. MUNUS, em latim significa ofício, obrigação e, ainda, dom, recompensa. A etimologia da palavra pode nos sugerir que são os comuns que transformam o dom em uma tarefa a ser compartilhada por e para todos. Ao se reapropriarem da historia, dão a ela significados subjetivos que lhes trarão uma sensação de pertencimento, de familiaridade, ao recontá-la sempre como se fosse parte de suas próprias trajetórias. E assim ela atravessa décadas, séculos, enfim, milênios.

Voltando aos nossos tempos, à série Star Wars, para que haja uma identificação com uma narrativa, uma empatia para com ela, supõe-se que todos os comuns revivam um momento em que Carrie Fisher, Mark Hamill e Harrison Ford aparecem juntos. Tal cena, em 2015, após décadas de “Guerra nas Estrelas”, seria antológica, lendária, única. Unir as três personas juntas, naquele momento em que gerações foram ao cinema participar de um “rito de passagem”, seria como se fosse uma forma de permitir que os comuns de nosso tempo se familiarizassem com os novos episódios da série. Unir tais personagens não seria repetir um enredo antigo, mas lhes dar um espaço respeitoso entre os novos protagonistas, até mesmo para que as primeiras gerações pudessem ter um sentimento de reconhecimento. Seria um momento de um grande reencontro, uma festa de confraternização. Depois de tantos anos, seria um reencontro de proporções mundiais... Mas alguém resolveu boicotar...

Tais personagens, eu os chamo de “personas” porque, em algum momento da trajetória desse nosso mundo, onde o real se confunde com o virtual, estes atores se transformaram em heróis, tanto quanto às personagens a que deram vida. São pessoas que se transformaram em personagens. Por isso, havia grande expectativa para que, atuando juntas, promovessem a união dos laços que atariam diferentes gerações. Personas que esperavam ser vistas. Esperavam estar juntas e poderiam realmente ter protagonizado no episódio VII um agradável happy hour.

Acredito que seria uma unanimidade, entre todos os fãs, assistir na telona a princesa Leia, Luke Skywalker, Han Solo (e até o Chewbacca) juntos em ação! Mas não! Deixaram estes personagens muito distantes uns dos outros e de nós, os comuns! Por exemplo, o Luke foi parar bem longe, em cima de um penhasco! Bem no alto e na pontinha... prestes a cair...

Esta última e enfadonha cena me faz lembrar aquela perguntinha infame que circulava às vésperas da estreia do episódio VII: por que o Luke não aparece no cartaz do filme? Porque simplesmente ele não aparece no filme!! Como bem disse minha filha: “Quem espirrou no final do filme não conseguiu ver o Luke Skywalker”.

Acredito, inclusive, que, se houvesse um pouco de sensibilidade da parte dos produtores, bastava apenas uma cena para estabelecer uma experiência vivida em comum pelas diferentes gerações presentes nos cinemas. Eu escolheria uma cena em que Luke, Han e Léia se abraçam no filme “Guerra nas Estrelas”, que depois virou “Star Wars: Uma Nova Esperança”. No final do filme quando os Rebeldes destroem a Estrela da Morte, Luke e Han saem de suas naves, se reencontram com Léia, e, abraçados, comemoram a vitória. Poderia haver esse abraço no episódio VII, que teria o valor de uma comemoração simbólica pela vitória da saga sobreviver por mais de 30 anos. O que se viu, no entanto, não foi um reencontro nem uma vitória, pois estes não foram levados em consideração pelo diretor nem pelos comerciantes de “O Despertar da Força”.

Seria uma cena memorável se os três heróis aparecessem unidos e depois cada um tomasse seu próprio rumo... Porque nós humanos não somos eternos... De fato, o filme é uma ficção, mas nós somos de carne e osso.

Porém somos nós, de carne e osso, que tornamos real a ficção.

Neste sentido, os três atores deveriam ter sido mais aproveitados pela produção; deveriam ter maior participação, já que são gente e não efeitos especiais. Sem dúvida, não são mais jovens. Mas continuam ótimos atores e os legítimos elos para dar continuidade à trilogia. Pena que não foi assim...

Todos estariam representados, personas e comuns, todos teriam se identificado. Se estes pudessem ter vivenciado a atuação dessas personas, que iriam abrir o caminho para a épica estelar no século XXI.

Para aqueles que no passado foram jovens e envelheceram juntos com seus heróis, e para aqueles que hoje são jovens e estão prontos a pegar o bastão dessa odisseia, a confraternização dos três heróis teria sido gratificante para o público em geral.

Não quero aqui sustentar um saudosismo empedernido. Todos esperavam novas personagens, pelos quais uma nova trama teria início, dando seguimento à aventura. Mas todos queriam ver seus heróis unidos celebrando a continuidade da trama.

O que me parece que rolou, no entanto, foi o fato de a vaidade humana em parceria com a ganância almejar produzir um “filme polêmico” e, por consequência, atraente para o mercado. Sim, qualquer polêmica, desde que desse o que falar. Os novos donos da franquia queriam ganhar muito dinheiro e os responsáveis pela filmagem queriam entrar para a história da sétima arte. Aí veio a falta de sensibilidade do diretor, roteirista, produtor, detentor dos direitos autorais, ou sei lá quem mais, ao se deter em um artifício óbvio, porém, não menos apelativo: matar um dos heróis e gerar polêmica com isso. Fácil, muito fácil, mas pouco inteligente.

Assim, mataram o Han Solo sob o pretexto de que, para se aliar ao lado negro da força, seu filho, Kylo Ren, teria de tomar uma atitude bem perversa para que assim justificasse sua opção pelo mal. Então o “novo Vader” mataria seu próprio pai, se tornaria extremamente maléfico...

A indignação foi total. Grande foi a decepção na sala de cinema em que eu estava. Houve até que fosse embora!

A saga tinha ficado incompleta, parou em “Star Wars: O Retorno de Jedi”. Ainda estamos aguardando o episódio VII, pois aquele de 2015 não fez jus às expectativas dos comuns. Ou então, reivindicamos “Star Wars: O Retorno de Han Solo”.

Ao deixar a sala de cinema, passei o ano todo pensando em várias hipóteses para explicar tão grande desapontamento em relação ao episódio em tela e só me veio uma palavra: vaidade. Vaidade igual àquela que fez Narciso cair no lago ao se admirar no espelho d’água. Pensei: o autor tem a oportunidade de se consagrar como sendo aquele quem criou o elo entre as gerações, o Homero do mundo pós-moderno, e se transforma em alguém indigno de ser laureado por elas. Realmente, que tipo de cara é escalado para dirigir um filme que é, mesmo antes de ser filmado, um sucesso de bilheteria e ainda assim consegue decepcionar?!!! Um filme que por si só tem o potencial de se tornar um sucesso retumbante, mas que, em suas mãos, não passou de um fragoroso fracasso. Não dá para entender. Só mesmo pensando em termos de vaidade. Vaidade que impediu o diretor de dar os méritos aos verdadeiros protagonistas da história e ao mestre da saga: George Lucas. Realmente, o novo diretor não queria ser lembrado como aquele que deu continuidade a série; queria, ao contrário, ter brilho próprio como um inovador. Mas não é fácil brilhar sem a empatia dos comuns. São os comuns que transformam um criador em gênio... Àquela pessoa de ego inchado, faltou-lhe generosidade e, principalmente, humildade.

O diretor queria uma ruptura a qualquer custo numa tentativa de se sobressair, a cima, da própria série. Não conseguiu. Talvez, queria dar um “up” em sua fama, a qualquer preço, mesmo que isso custasse o desapreço total pela saga, pelos fãs e, principalmente, pela herança das “gerações Star Wars”. Quis entrar para a história pela porta da frente, causar, impactar.

Impactante foi a sua burrice...

A verdade é que o filme não trouxe nada de inovador. Foi um patchwork das trilogias anteriores – e acredito que, realmente, era assim que tinha que ser. Mas nenhum dos fãs gostaria que o episódio VII representasse uma ruptura com os anteriores. Ao contrário, os fãs queriam matar a nostalgia e assistir a substituição dos antigos protagonistas pelos novos, numa transição continua que a todos contemplasse. Por isso, as referências, que são as cenas, as falas ou indicações que nos remetem aos acontecimentos anteriores, teriam de ser imprescindíveis.

Muitas cenas que, inclusive, deveriam desempenhar esta função de ganchos no episódio VII, embora muito aplaudidas pelos fãs, não cumpriram esse papel. Havia muitos outros momentos celebres que poderiam ter sidos usados como ótimas “referencias” e foram ignorados. Apesar desta falta, tudo certo, o público estava digerindo bem, e, como foi dito, aplausos foram arrancados no auditório, porque tínhamos a ideia de que era “um filme de passagem”.

Um “filme de passagem” é como um “rito de passagem”: ocorre um sacrifício, há uma grande comemoração e os mais velhos cedem lugar a uma nova geração, que será responsável pela condução do futuro.

A comunidade Star Wars toda estava lá, na esperança de experimentar a transformação intrínseca à Star Wars a partir de uma nova linguagem, feita por novos interlocutores.

Na minha opinião, a ideia que motivou a construção do personagem que representaria o novo vilão também foi de muito mal gosto. Que coisa mais doentia, um vilão parricida!!! Desnecessário apelar tanto para construção do mau. Existem tantos perfis nefastos que causam repulsa e poderiam a contento compor a personagem. Basta ter um pouco de criatividade e encontrar uma que dê bastante aversão. Se o problema era falta de inspiração, bastava entrar em um site de pesquisa da internet e digitar “10 passos para se criar um vilão”. Acho que teria saído coisa melhor daí. Um pouco de sadismo e de cinismo, e pronto! Kylo Ren já poderia ter ficado muito tenebroso.

É totalmente inconsistente o fato de o vilão ser um parricida, para lhe conferir legitimamente maléfica, quando descobrirmos que os novos personagens exibem destreza com o sabre de luz mesmo sem o treinamento necessário dos primeiros episódios. Mas apesar disso, ninguém estava se importando se a Rey sabia usar a Força sem ao menos ter sido preparada para isso por um Yoda; ou ainda muito menos para o fato de um Storm Trooper lutar com um sabre de luz tão facilmente como Luke; ou para os remendos dos filmes anteriores justificarem a Resistência etc. O que se esperava era apenas um “O filme de passagem” que pudesse dar continuidade a essa história que encantou tantas gerações ao redor do mundo, tantos comuns que transformaram “Star Wars” na “Odisséia” do Mundo Contemporâneo.

Não é exagero da minha parte. Os novos personagens estavam sendo bem aceitos por um público receptivo e até muito celebrados. Como já disse, havia uma necessidade de transmitir a tradição da saga para as novas gerações. Todos queriam novos Rebeldes, novos clones, novos Jedis, novos Palpatines, novos Landos, novos mestres... Estava valendo tudo. Ou, quase tudo...

Eu, particularmente, gostei muito quando a Rey e o Finn, em fuga, procuram uma nave e partem com a sucata mais incrível da galáxia: a Millennium Falcon. Gostei da cena em que Han, ao recuperar a Millennium, diz ao Chewie: “Estamos em casa”.

Se eu pudesse dar um pitaco no filme, colocaria o George Lucas de mecânico, consertando uma  X-Wing, ao estilo Hitchcock. Eu o aplaudiria de pé!!!
  
Tudo porque, para mim, havia um entendimento de que é necessário uma transformação para se adequar as linguagens do mundo de hoje, passados 30 anos desde que fora rodado o primeiro filme. Para dar continuidade, seriam necessários novos interlocutores engajados nessa empreitada.

Ao deixar passar a oportunidade de juntar os heróis da saga, o filme redundou em frustração, assim como todos os outros que levarão o nome Star Wars da franquia Disney. Matar Han Solo foi matar a vontade de voltar aos cinemas para assistir uma história de muito tempo atrás, ocorrida numa galáxia muito, muito distante...

Como retornar ao cinema para assistir Darth Vader na nova produção da série, Rogue One? Qualquer um pode vestir aquela capa e aquele elmo e atuar como essa personagem!!! Não é como o Luke, a Léia ou o Han!!!

Por que eu assistiria narrativas paralelas se não me identifiquei com o “episódio VII”? Até mesmo porque sei que Vader é um grande vilão e, como tal, será insuperável...

Por fim, após esse desabafo, aconselho a todos irem aos Shoppings Centers e passarem bem longe das salas de cinema. Quem sabe, nestes tempos natalinos, não será mais interessante tirar uma foto com Papai Noel (personagem de outra história que atravessa gerações!!!) e talvez pedir de Natal uma ratoeira... 

domingo, 20 de novembro de 2016

Livraria do blog

A imagem apresenta um design simples e acolhedor, com fundo marrom. No centro, há uma pilha de livros coloridos — vermelho, azul, verde e amarelo — empilhados de forma irregular. Sobre esses livros, está sentado um gato preto estilizado, de olhos amarelos grandes e expressivos, com formato minimalista e elegante.  Na parte superior, em letras grandes e brancas, aparece o nome “Ariadne”. Na parte inferior, também em branco, lê-se “Nossa Livraria Online”. O conjunto transmite a ideia de uma livraria charmosa, aconchegante e com personalidade, associando livros ao símbolo do gato — frequentemente ligado à curiosidade, mistério e imaginação.

A Ariadne é uma livraria online criada para oferecer obras digitais com curadoria cuidadosa e temática diversificada, sempre priorizando qualidade e acessibilidade. Utilizamos a plataforma da Amazon para comercializar nossos livros — uma escolha que garante total segurança ao leitor, já que a Amazon é uma empresa sólida, confiável e amplamente utilizada no mercado editorial.

Nosso foco principal são os eBooks. Eles permitem preços mais acessíveis, entrega instantânea e uma experiência prática para quem lê no Kindle ou em outros dispositivos compatíveis. Eventualmente, também disponibilizamos livros de capa comum; porém, devido aos custos de importação e de impressão gráfica da Amazon, esses exemplares acabam sendo, infelizmente, mais caros do que gostaríamos. Ainda assim, queremos mantê-los como opção para leitores que preferem o formato físico.

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Porque fim de ano é época de pausa, reflexão e… leitura de qualidade. É o momento perfeito para atualizar sua biblioteca digital sem gastar nada. E mais: são títulos cuidadosamente selecionados, de literatura a história, passando por análises críticas, ensaios e obras que você já queria ler faz tempo.

As Travessuras das Cinco Estrelinhas de Andrômeda, de Nilza Monti Pires

A imagem mostra a capa de um livro infantil intitulada “As Travessuras das Cinco Estrelinhas de Andrômeda”, escrita por Nilza Monti Pires, cujo nome aparece no topo da capa em letras grandes e azuis.  A ilustração apresenta um céu azul vibrante, com nuances que lembram pinceladas suaves, e espirais claras que remetem a galáxias. Há também pequenas estrelinhas amarelas espalhadas pelo céu, sugerindo um cenário cósmico alegre e fantasioso.  No centro da imagem, sobre uma colina verde arredondada, aparecem cinco estrelas coloridas com expressões humanas, cada uma com personalidade própria:  Uma estrela azul com expressão feliz e bochechas rosadas.  Uma estrela vermelha com expressão triste.  Uma estrela amarela sorridente, com duas pequenas argolas no topo, lembrando “marias-chiquinhas”.  Uma estrela verde usando óculos e com ar simpático.  Uma estrela cinza com um sorriso discreto.  Todas estão alinhadas lado a lado, transmitindo sensação de amizade e diversidade emocional.  Na parte inferior da capa, em letras brancas e grandes, está o título do livro distribuído em três linhas: AS TRAVESSURAS / DAS CINCO ESTRELINHAS / DE ANDRÔMEDA.  O fundo bege claro emoldura toda a ilustração, dando destaque ao colorido central.

Kronstadt e A Terceira Revolução, de Jean Monti Pires

A imagem é a capa de um livro com design inspirado em cartazes revolucionários do início do século XX. No topo, em letras vermelhas, aparece o nome do autor: Jean Monti Pires.  A ilustração central, em tons de vermelho, sépia e preto, mostra um grupo de marinheiros e revolucionários avançando de forma determinada. O personagem principal, um marinheiro de expressão séria, está à frente segurando um rifle. Atrás dele, outros marinheiros marcham, e à esquerda há um homem de punho erguido em gesto de protesto. À direita, vê-se uma paisagem industrial com fábricas e chaminés, reforçando o ambiente de luta social e política.  Uma mulher ao fundo ergue uma grande bandeira vermelha com inscrições em russo: “Советы свободные”, que significa “Sovietes Livres”. A bandeira tremula ao vento, simbolizando mobilização revolucionária e resistência.  A parte inferior da capa apresenta um retângulo vermelho com um título estilizado usando caracteres que imitam o alfabeto cirílico. Abaixo, em português, lê-se o subtítulo:  “A luta dos marinheiros contra a hegemonia do Ocidente”  O fundo bege claro enquadra toda a composição, destacando o estilo gráfico forte e dramático da cena.

Entre a Cruz e a Espada, de Jean Monti Pires

A imagem é a capa de um livro com estética clássica, evocando pinturas do século XIX. No topo, em letras brancas e elegantes, aparece o nome do autor: Jean Monti Pires.  A cena central mostra um homem idoso, de barba longa e grisalha, vestindo roupas escuras tradicionais e segurando um cordão de contas nas mãos. Ele está em pé, no centro de um tribunal, com expressão grave e abatida, sugerindo tensão, julgamento ou reflexão profunda. Sua postura transmite dignidade misturada a sofrimento.  Ao redor, aparecem magistrados, juízes e espectadores, todos trajando roupas antigas, compatíveis com os tribunais europeus dos séculos XVII a XIX. As figuras observam atentamente, algumas com semblantes sérios, outras parecendo julgadoras. O ambiente é composto por painéis de madeira, palanques elevados e arquitetura típica de salas de julgamento históricas.  No centro superior da imagem, atrás do personagem principal, estão juízes sentados em cadeiras altas, reforçando a atmosfera de formalidade e severidade. Nas laterais, homens e mulheres compõem o público, vestidos à moda antiga, todos testemunhando o momento tenso retratado.  Na parte inferior da capa, sobre uma faixa preta, o título aparece em letras grandes e vermelhas:  ENTRE A CRUZ E A ESPADA. O conjunto visual sugere um tema histórico e dramático, envolvendo julgamentos, tensões religiosas, perseguições e conflitos ideológicos, alinhado ao título e ao foco da obra.

Ética Neopentecostal, Espírito Maquiavélico, de Jean Monti Pires

A imagem é a capa de um livro com estética inspirada em cartazes ilustrados de meados do século XX. O fundo possui um tom bege envelhecido, reforçando o visual retrô. No topo, em letras elegantes e escuras, está o nome do autor: Jean Monti Pires.  Logo abaixo, em destaque e em caixa alta, aparece o título:  ÉTICA NEOPENTECOSTAL, ESPÍRITO MAQUIAVÉLICO  No centro da composição há uma ilustração de um homem calvo, de expressão sorridente, vestindo paletó escuro. Ele está representado com duas ações simbólicas:  A mão esquerda levantada, como se estivesse em posição de discurso, pregação ou saudação.  A mão direita segurando um grande saco de dinheiro, marcado com o símbolo de cifrão.  À sua frente há um púlpito de madeira com um livro aberto, sugerindo um ambiente de pregação religiosa. Na parte inferior da imagem, várias mãos erguidas aparecem entre sombras, representando uma plateia ou congregação que observa ou interage com o personagem central.  Abaixo da ilustração, em letras grandes, está escrito:  EVANGÉLICOS CRISTÃOS:  E logo abaixo, em branco:  Quando os Fins Justificam os Meios na Busca por Riqueza, Influência e Controle Social  O conjunto transmite um visual satírico e crítico, com forte carga simbólica envolvendo religião, dinheiro e poder, alinhado ao tema da obra.

A Verdade sobre Kronstadt, de Volia Rossii

A imagem é a capa de um livro ou panfleto intitulado "A verdade sobre Kronstadt".  Aqui estão os detalhes da capa:  Título: "A verdade sobre Kronstadt" (em português).  Design: A arte é em um estilo que lembra pôsteres de propaganda ou arte gráfica soviética/revolucionária, predominantemente nas cores vermelho, preto e tons de sépia/creme.  Figura Central: É um marinheiro, provavelmente da Marinha Soviética, em pé e de frente, olhando para o alto. Ele veste o uniforme típico com o colarinho largo e tem uma fita escura (possivelmente preta ou azul marinho) enrolada em seu pescoço. Ele segura o que parece ser um mastro, bandeira enrolada ou um pedaço de pau na mão direita.  Fundo: A cena de fundo é em vermelho e preto, mostrando a silhueta de uma área urbana ou portuária com algumas torres ou edifícios. Há uma peça de artilharia ou canhão na frente do marinheiro, no lado direito inferior.  Autoria e Detalhes: Na parte inferior da imagem, há a indicação de autoria: "Volia Rossii" e "por Fecaloma punk rock".  Subtítulo/Série: A faixa inferior da capa, em vermelho sólido, contém o texto: "Verso, Prosa & Rock'n'Roll".  A imagem faz referência ao Levante de Kronstadt de 1921, que foi uma revolta de marinheiros bolcheviques contra o governo bolchevique em Petrogrado (São Petersburgo).

A Saga de um Andarilho pelas Estrelas, de Jean P. A. G.

🌌 Capa do Livro "A saga de um andarilho pelas estrelas" A capa tem um tema cósmico e solitário, dominado por tons de azul escuro, preto e dourado.  Título: "A saga de um andarilho pelas estrelas" (em destaque na parte inferior, em fonte branca).  Autor: "Jean Pires de Azevedo Gonçalves" (em destaque na parte superior, em fonte branca).  Cena Principal: A imagem mostra uma figura solitária e misteriosa, de costas, que parece ser um andarilho.  Ele veste um longo casaco ou manto escuro com capuz.  A figura está em pé no topo de uma colina ou montanha de aparência rochosa e escura.  Fundo: O céu noturno é o elemento mais proeminente e dramático.  Ele está repleto de nuvens cósmicas e nebulosas nas cores azul, roxo e dourado.  Uma grande galáxia espiral em tons de laranja e amarelo brilhante domina a parte superior do céu.  Um rastro de meteoro ou cometa aparece riscando o céu perto da galáxia.  A composição sugere uma jornada épica, exploração e o mistério do vasto universo.

A Greve dos Planetas, de Jean P. A. G.

Capa do Livro "A saga de um andarilho pelas estrelas" Esta imagem é uma capa de livro de ficção científica ou fantasia com uma atmosfera épica e cósmica.  Título: "A saga de um andarilho pelas estrelas" (em destaque na parte inferior).  Autor: "Jean Pires de Azevedo Gonçalves" (em destaque na parte superior).  Cena Principal: Uma figura solitária (o andarilho), envolta em um casaco ou manto com capuz, está de costas, no topo de uma colina ou montanha escura e rochosa.  Fundo Cósmico: O céu noturno é dramático, preenchido com:  Uma grande galáxia espiral de cor dourada/laranja no centro superior.  Nuvens e nebulosas vibrantes em tons de azul profundo, roxo e dourado.  Um rastro de meteoro ou cometa riscando o céu.

Des-Tino, de Jean P. A. G.

🎭 Descrição da Capa "Des-Tino" Título: "Des-Tino" (em letras brancas grandes, dividido em sílabas por um hífen).  Autor: "Jean Pires de Azevedo Gonçalves" (na parte superior, em letras brancas).  Subtítulos: "Dramaturgia" e "Verso, Prosa & Rock'n'Roll" (na parte inferior).  Cena da Pintura: A imagem central é uma representação de figuras humanas nuas ou parcialmente vestidas em um cenário ao ar livre (floresta/jardim).  Figura da Esquerda (Superior): Uma pessoa vestida com uma túnica vermelha e um capacete (possivelmente representando um deus ou herói da mitologia, como Marte ou Minerva/Atena) está inclinada e conversando com a figura central.  Figura Central: Uma mulher seminu está sentada ou recostada, olhando para a figura com o capacete. Ela gesticula com a mão direita para cima, com uma expressão pensativa ou de surpresa.  Figura da Esquerda (Inferior): Uma figura masculina, possivelmente um sátiro ou poeta (pelas barbas e pose), está reclinada e olhando para as figuras centrais, segurando o que parece ser uma lira ou harpa.  Figura da Direita: Outra figura feminina, nua ou com pouca roupa, está de pé na lateral direita, observando a cena.  Estilo: A arte é uma pintura de estilo clássico, com foco em figuras humanas, composição dramática e luz suave.

Eu Versos Eu, Jean Monti

Descrição da Capa "Eu versos Eu" A capa utiliza um forte esquema de cores em preto e branco para criar um efeito visual de contraste e divisão.  Título Principal: A capa é composta pelas palavras "Eu versos Eu", dispostas em três seções principais.  Autor: O nome "Jean Monti" aparece no topo, em uma faixa preta.  Design Gráfico:  Faixa Superior: Um retângulo branco com a palavra "Eu" em fonte serifada preta grande.  Faixa Central: Um quadrado dividido diagonalmente:  A metade superior esquerda é branca com a palavra "ver" (parte da palavra "versos") em preto.  A metade inferior direita é preta com a palavra "sos" (o restante da palavra "versos") em branco.  Faixa Inferior: Um retângulo branco com a palavra "Eu" novamente, em fonte serifada preta grande.  Subtítulo/Série: Na parte inferior, fora da faixa, aparece o texto "Verso, Prosa & Rock'n'Roll" em preto, sugerindo um tema ou série.  O design simétrico e a divisão em preto e branco reforçam a ideia do título, "Eu versos Eu", sugerindo um conflito, dualidade ou reflexão interna.

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